Perché il dibattito sulla transessualità si riduce a un problema di linguaggio

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di yhdred

20 commenti

  1. saciopalo on

    sim resume-se: há a identidade privada e subjectiva, e a publica e objectiva. é papelo do indíviduo gerir a primeira no espaço da segunda, não da sociedade.

  2. maedasfocas123 on

    Questão genuina: isto são coisas medicas da ciencia ou coisas estudadas em estudo de género e afins? Grande parte disto estudei na faculdade de letras, mas nunca vi nenhum médico ou cientista na televisão a falar sobre isto.

  3. ruyrybeyro on

    Fartinho de andar sempre a levar esta grande treta de injecção politicamente correcto imaginado, da esquerda louca e mentecapta, no rabo.

    BE, olha para os votos a caminho dos 0.25% e ganha juízo. Ninguém está para aturar gente psicopata ideologicamente.

  4. Pior é que eu não posso expressar a minha opinião sobre a matéria, sou logo suspenso ou cancelado, pelos amigos dos idealistas.

  5. jdcortereal on

    Mas não resume. Ou pelo menos deveria, mas não é o que acontece. Quando dizemos que uma mulher trans é uma mulher de verdade não estamos só a usar linguagem, estamos a transformá-la.

  6. LunaOrwell on

    Sejam felizes , fiquem com o adulto que vos aceite , façam o que quiserem dentro da legalidade e do consentimento.

    Mas deixem os espaços femininos para as mulheres , deixem os desportos para as mulheres , deixem as prisões para as mulheres , …

    Fez-se a segregação por sexos em muitos espaços por alguns motivos. Há que não esquecê-los.

  7. Se disseres que se resume a um problema de *novilíngua*, concordo contigo. Se não, estou em total desacordo.

  8. Umbalombo on

    É uma imbecilidade à portuguesa que os meios de comunicação social (com objetivos para mim ainda obscuros) promovem.

    Para mim é muito simples: pila? És homem. Podes ser gay, bi etc, mas no teu cartão de cidadão deve dizer sexo masculino. Pipi? lésbica, hetero, etc, mas és do sexo feminino. Mas és mulher e sentes-te como homem ou vice-versa? Isso é contigo não é comigo. No teu cartão deve dizer na mesma o teu sexo biológico, ponto final.

    E os casos de mudança de sexo? Bom, também é simples: mudou de sexo porque desde a nascença apresenta os genitais masculino e feminino? Nesse caso é o sexo que a pessoa efetivamente escolher, deve ser lixado ser ostracizado pela comunidade, olhado de canto e com risota por ter dois genitais. Mas queres mudar de sexo só porque sim, só porque viste na tv que não sei quê e o raio que parta? Oh pá, faz o que quiseres, mas só depois de seres cirurgicamente alterado(a) é que deves poder mudar no C.C. para o sexo que efetivamente mudaste. Antes não. Ou corremos o risco de ver gajos nos balneários das mulheres. Não tenho nada contra quem quer mudar de sexo só porque sim, desde que não o faça por ser doutrinado a tal. O que sou contra é a imbecilidade de ver gajas a quererem ser tratadas como gajos (e vice-versa), mas mantendo o sexo (e a não quererem mudar para o sexo com o qual se identificam sequer). Ou então começo a dizer que me sinto como um unicórnio colorido e quero que me tratem como tal. Ou…Deus. É isso. Pessoal, agora quero ser tratado como Deus. Ok?

    Seja feita a Minha vontade.

  9. Cpt_Orange16 on

    Eu não percebo é o que é a “ideologia de género” que o pessoal vai buscar quando quer fugir de problemas que de facto importam

  10. revwomen on

    Não se resume a uma questão de linguagem. Resume-se a uma discórdia profunda sobre a existência ou validade do conceito de identidade de género, e de discórdia sobre se o sexo biológico pode ser mudado ou não. A linguagem é uma forma de comunicar esta discórdia, que é política e filosófica.

  11. Só vejo uma identidade de gênero na imagem, as restantes considero problemas mentais

  12. SILE3NCE on

    A minha opinião em relação a isto permanece a mesma.

    Não quero saber. Cada um com a sua panca. Eu gosto de jogos, de metal, de cerveja, etc, sou livre para o fazer, estou-me a cagar para o que pensam.

    Neste país as pessoas são livres de fazer o que bem entendem portanto façam o mesmo.

    Sejam, façam e caguem no resto e na opinião alheia.

    **E quanto aos alheios, metam-se na vossa vida e parem de ver o que é que o vizinho gosta de comer só porque não comem nada.**

    Edit: Desculpem, esta última foi um bocado buja, mas não vou apagar, até meto em negrito.

  13. godofmishef on

    Sejam felizes!

    Encontrem alguém que vos respeite e vos faça feliz

    Não prejudiquem terceiros

    De resto é-me indiferente o sexo, gênero, a identificação

  14. Left_Capital133 on

    Em teoria é tudo muito simples mas depois na prática as coisas tornam-se bastante complicadas.

    Um exemplo concreto que aconteceu há relativamente pouco tempo…

    O Miguel é um recluso a cumprir pena numa cadeia masculina, declara-se como trans e muda o nome para Raquel, é transferido para uma cadeia feminina, causa problemas e desconforto. As autoridades tiram-no de lá, vêm as reclamações de transfobia e o diabo a sete.

    Como é que manténs espaços femininos e masculinos quando a identidade é fluida e pode mudar conforme o que a pessoa disser? Vais ter de aplicar algum critério, algum escrutínio, e aí chocas logo com os indignados a gritar transfobia.

  15. VicenteOlisipo on

    Eu sou do tempo em que a pessoa trans mais famosa em Portugal era a Roberta Close. Sem escândalo, sem alarme social, era considerada uma das mulheres mais sexy do Mundo. Isto num país incomparavelmente mais conservador do que o atual.

    O que mudou para agora as pessoas trans serem um problema? As forças do mal regressaram ao poder e precisam de minorias para amedrontar os tolos. Os Judeus já não são opção, os gays não pega, os muçulmanos pega só parcialmente, os pedófilos é perigoso porque o tio passou uns dias na ilha… olha, e os trans?

  16. -LoboMau on

    Identidade de género: Não utilizo esse conceito no meu dia a dia, nem conheço quem utilize. Geralmente eu é que identifico os outros, não são os outros que se identificam a eles mesmos. O que tu sentes que és pode ter relevância para ti, mas não tem relevância na comunicação interpessoal. Se tu te sentires esbelto, eu vou continuar a pensar em ti e a falar em ti como feio, se assim o achar. Eu nunca decidi que era homem. Consigo ver que sou, de acordo com a definição do que um homem é, mas não é uma identidade para mim. É apenas um dado adquirido e sou reconhecido como tal.

    Papel de género: Não deixo de achar hilariante que a esquerda rejeite estereótipos e depois ao mesmo tempo quer definir Homem e Mulher com base nos mesmos. Sim, há padrões comportamentais típicos de cada sexo, mas eu não te chamo Homem ou Mulher com base no mesmo. Uma gaja maria rapaz não obedece a esses padrões, mas sempre a vimos como Mulher.

    Portanto, continuo a não encontrar sentido em nada disto.

  17. GaribaldoX on

    Reparam que a identidade de gênero está apontada no cérebro ?

    Pois é algo interno, que existem pessoas que sofrem de disforia do género disso não há duvida, da mesma forma que existem pessoas que acreditam que são a reencarnação de Jesus.

    O problema começa quando se força as outras pessoas a terem de aceitar algo que existe unicamente na mente de outra pessoa, muita vezes com ameaças de ser censurada, cancelado etc.

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