>Esquerda votou contra, acusando a autarquia de fazer um corte no investimento em habitação. Mas os dois vereadores do Chega ajudaram a aprovar documento. Moedas assegura que vai investir mais 30%.
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>O orçamento da Câmara Municipal de Lisboa para 2026 acabou por ser viabilizado pelo Chega, em reunião de vereação, que decorreu durante todo o dia de quarta-feira, juntando assim o seu apoio ao documento, para além dos votos favoráveis dos vereadores do executivo liderado por Carlos Moedas. Com o voto contra de toda a restante oposição, esta foi assim a forma encontrada pelo presidente da autarquia da capital para garantir a aprovação do seu primeiro orçamento do segundo mandato, que terminará em 2029.
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>O documento prevê uma despesa de 1345 milhões de euros, o que representa um ligeiro decréscimo em relação aos 1359 milhões de euros orçamentados para 2025. Está planeado um reforço substancial das verbas para a higiene urbana, apontando-se para uma despesa neste sector de 63,9 milhões de euros, um acréscimo de 21,1 milhões em relação aos 42,8 milhões executados em 2025.
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>Ao ser apresentado, a 2 de Dezembro, o orçamento municipal foi anunciado pelo vice-presidente da autarquia, Gonçalo Reis, como representando um forte reforço do investimento, que subiria 30%. Em comunicado, esta quarta-feira, assim que terminou a votação, a Câmara de Lisboa diz que o instrumento “aumenta o investimento para 410 milhões de euros, dotando o município de mais capacidade para realizar obras, reforçar equipamentos e dar resposta às necessidades prioritárias dos lisboetas”. E diz que há reforço em equipamentos sociais, habitação acessível e espaço público de qualidade.
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>Mas esta leitura foi amplamente contrariada pelos partidos de esquerda, que têm falado numa interpretação enganosa dos números. Acusações que repetiram agora, no momento da votação. Sobretudo pelo facto da suposta subida no investimento ser resultado de uma comparação com as verbas executadas este ano e não com as que foram orçamentadas. Por isso, PS, PCP, Livre e Bloco de Esquerda votaram contra, na reunião que terminou já na noite desta quarta-feira.
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>Esquerda votou contra, acusando a autarquia de fazer um corte no investimento em habitação. Mas os dois vereadores do Chega ajudaram a aprovar documento. Moedas assegura que vai investir mais 30%.
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>O orçamento da Câmara Municipal de Lisboa para 2026 acabou por ser viabilizado pelo Chega, em reunião de vereação, que decorreu durante todo o dia de quarta-feira, juntando assim o seu apoio ao documento, para além dos votos favoráveis dos vereadores do executivo liderado por Carlos Moedas. Com o voto contra de toda a restante oposição, esta foi assim a forma encontrada pelo presidente da autarquia da capital para garantir a aprovação do seu primeiro orçamento do segundo mandato, que terminará em 2029.
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>O documento prevê uma despesa de 1345 milhões de euros, o que representa um ligeiro decréscimo em relação aos 1359 milhões de euros orçamentados para 2025. Está planeado um reforço substancial das verbas para a higiene urbana, apontando-se para uma despesa neste sector de 63,9 milhões de euros, um acréscimo de 21,1 milhões em relação aos 42,8 milhões executados em 2025.
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>Ao ser apresentado, a 2 de Dezembro, o orçamento municipal foi anunciado pelo vice-presidente da autarquia, Gonçalo Reis, como representando um forte reforço do investimento, que subiria 30%. Em comunicado, esta quarta-feira, assim que terminou a votação, a Câmara de Lisboa diz que o instrumento “aumenta o investimento para 410 milhões de euros, dotando o município de mais capacidade para realizar obras, reforçar equipamentos e dar resposta às necessidades prioritárias dos lisboetas”. E diz que há reforço em equipamentos sociais, habitação acessível e espaço público de qualidade.
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>Mas esta leitura foi amplamente contrariada pelos partidos de esquerda, que têm falado numa interpretação enganosa dos números. Acusações que repetiram agora, no momento da votação. Sobretudo pelo facto da suposta subida no investimento ser resultado de uma comparação com as verbas executadas este ano e não com as que foram orçamentadas. Por isso, PS, PCP, Livre e Bloco de Esquerda votaram contra, na reunião que terminou já na noite desta quarta-feira.