A quantidade de vezes que já me ia esbardalhando em dias de chuva devido à calçada…. dasseeee ‘ta que pariu!
Razvancb on
Se há patrimônio que mandava com o crl é a calçada portuguesa. Que merda mais inútil propensa a acidentes.
Icy_Writing_6404 on
Já temos calçada em todo lado.
Ninguém no estrangeiro vai querer calçada nossa. Só o custo de transporte… Todos os países sabem meter pedra no chão.
Farto de pagar a inúteis.
senseibarbosa on
AD: temos de emagrecer o Estado, torná-lo mais eficaz, fazer mais e planear menos.
Também a AD: vamos criar um grupo de trabalho para valorizar aquela merda onde toda a gente escorrega quando chove.
thejaggednobody on
Tino de Rans win
Machado81 on
Mais 1 tacho.. Siga
laibw94 on
Sou o único tuga que odeia calçada portuguesa ?
Aquela merda é um escorrega da morte
Necessary-Ad-6149 on
Achei que este termo existia só no Brasil e que em Portugal era apenas “calçada”
PapaEslavas on
O ideal seria uma nova autoestrada, toda feita em calçada portuguesa.
uberprimata on
😂
Nyxodor on
E sai mais um grupo de trabalho
InternalConfusion201 on
Bem vindos a mais um episódio de “As Verdadeiras Questões do Nosso Tempo”.
peidinho31 on
Siga torrar mais dinheiro dos impostos.
Não tarda há um grupo de trabalho para valorizar o Bacalhau à Brás.
peidinho31 on
Se o Manuel João Vieira for presidente vai passar a ser “alcatifa portuguesa”?
Loud_Evidence7423 on
Fds pro caralho com essa calçada de merda, devia ser só nas praças historicas e já está.
Far_Stomach1242 on
Deviam criar um grupo de trabalho para definir zonas de interesse cultura ou turístico em que ainda valha a pena investir em calçada portuguesa com planos para a sua manutenção regular. O resto do país não precisa de calçadas, causam acidentes, precisam de manutenção regular e de profissionais pagos, gerando despesa a municípios sem qualquer retorno em investimento
josefinoz on
Segundo o Governo, “este grupo “terá como missão **analisar a realidade dos calceteiros, apresentar propostas concreta**s e fazer recomendações legislativas que assegurem a salvaguarda, a valorização e a sustentabilidade da profissão e da Calçada Portuguesa”.
esta prática foi alvo de uma resolução da Assembleia da República, de 2018, que recomendava a **adoção pelo Governo, “em parceria com o poder local, [de] políticas de conservação da calçada portuguesa** que minimizem a sua degradação, sem prejuízo da incorporação de materiais que melhorem a sua mobilidade, aderência e conforto, tanto nas zonas históricas como nas zonas recentes”.
“A dureza do trabalho, que é realizado em qualquer altura do ano, a baixa remuneração e algum estigma social associados a quem a produz, tem, contudo, afastado os mais jovens de se iniciarem nesta atividade, ao mesmo tempo que os mestres calceteiros vão desaparecendo. Assim, urge a valorização dos saberes ligados à Calçada Portuguesa, através do reforço da valorização dos donos de tais saberes: os calceteiros”, refere o mesmo texto no inventário nacional.
“Se Lisboa chegou a ter 400 calceteiros no ativo, em 1927, passaria para menos de 30, em 1979 e tem hoje pouco mais de uma dúzia (além de 4 cantoneiros de arruamento), todos em idade já avançada, além de enorme desgaste rápido das suas condições físicas, o que revela uma clara tendência para a extinção eminente desta técnica tradicional”, segundo o mesmo documento, datado de 2020 e muito focado em Lisboa.
mwon on
NÃAAAOOOOO!
Por favor não!!! Devia haver um grupo para ACABAR com a Calçada Portuguesa! É totalmente sobrevalorizada!
Quem apoia estas políticas é porque nunca andou com um carrinho de bebé em calçada. Ou cadeira de rodas. Ou quem simplesmente não anda a pé, pois calçada é do mais desconfortável que há para os pés.
Podíamos perfeitamente caminhar no sentido de redução da calçada sem a eliminar. Por ex deixar um fio de calçada apenas para estética e como marca cultural, mas tudo a calçada por vemos em toda a obra é um exagero.
Hour-Statistician388 on
Porque não mantém os padrões e desenhos da calçada portuguesa, mas ao invés de usarem pedra que é um material de porcaria, utilizam blocos de cimento? Mais baratos de manter e instalar, mais seguros, e com um aspeto visual idêntico.
19 commenti
A quantidade de vezes que já me ia esbardalhando em dias de chuva devido à calçada…. dasseeee ‘ta que pariu!
Se há patrimônio que mandava com o crl é a calçada portuguesa. Que merda mais inútil propensa a acidentes.
Já temos calçada em todo lado.
Ninguém no estrangeiro vai querer calçada nossa. Só o custo de transporte… Todos os países sabem meter pedra no chão.
Farto de pagar a inúteis.
AD: temos de emagrecer o Estado, torná-lo mais eficaz, fazer mais e planear menos.
Também a AD: vamos criar um grupo de trabalho para valorizar aquela merda onde toda a gente escorrega quando chove.
Tino de Rans win
Mais 1 tacho.. Siga
Sou o único tuga que odeia calçada portuguesa ?
Aquela merda é um escorrega da morte
Achei que este termo existia só no Brasil e que em Portugal era apenas “calçada”
O ideal seria uma nova autoestrada, toda feita em calçada portuguesa.
😂
E sai mais um grupo de trabalho
Bem vindos a mais um episódio de “As Verdadeiras Questões do Nosso Tempo”.
Siga torrar mais dinheiro dos impostos.
Não tarda há um grupo de trabalho para valorizar o Bacalhau à Brás.
Se o Manuel João Vieira for presidente vai passar a ser “alcatifa portuguesa”?
Fds pro caralho com essa calçada de merda, devia ser só nas praças historicas e já está.
Deviam criar um grupo de trabalho para definir zonas de interesse cultura ou turístico em que ainda valha a pena investir em calçada portuguesa com planos para a sua manutenção regular. O resto do país não precisa de calçadas, causam acidentes, precisam de manutenção regular e de profissionais pagos, gerando despesa a municípios sem qualquer retorno em investimento
Segundo o Governo, “este grupo “terá como missão **analisar a realidade dos calceteiros, apresentar propostas concreta**s e fazer recomendações legislativas que assegurem a salvaguarda, a valorização e a sustentabilidade da profissão e da Calçada Portuguesa”.
esta prática foi alvo de uma resolução da Assembleia da República, de 2018, que recomendava a **adoção pelo Governo, “em parceria com o poder local, [de] políticas de conservação da calçada portuguesa** que minimizem a sua degradação, sem prejuízo da incorporação de materiais que melhorem a sua mobilidade, aderência e conforto, tanto nas zonas históricas como nas zonas recentes”.
“A dureza do trabalho, que é realizado em qualquer altura do ano, a baixa remuneração e algum estigma social associados a quem a produz, tem, contudo, afastado os mais jovens de se iniciarem nesta atividade, ao mesmo tempo que os mestres calceteiros vão desaparecendo. Assim, urge a valorização dos saberes ligados à Calçada Portuguesa, através do reforço da valorização dos donos de tais saberes: os calceteiros”, refere o mesmo texto no inventário nacional.
“Se Lisboa chegou a ter 400 calceteiros no ativo, em 1927, passaria para menos de 30, em 1979 e tem hoje pouco mais de uma dúzia (além de 4 cantoneiros de arruamento), todos em idade já avançada, além de enorme desgaste rápido das suas condições físicas, o que revela uma clara tendência para a extinção eminente desta técnica tradicional”, segundo o mesmo documento, datado de 2020 e muito focado em Lisboa.
NÃAAAOOOOO!
Por favor não!!! Devia haver um grupo para ACABAR com a Calçada Portuguesa! É totalmente sobrevalorizada!
Quem apoia estas políticas é porque nunca andou com um carrinho de bebé em calçada. Ou cadeira de rodas. Ou quem simplesmente não anda a pé, pois calçada é do mais desconfortável que há para os pés.
Podíamos perfeitamente caminhar no sentido de redução da calçada sem a eliminar. Por ex deixar um fio de calçada apenas para estética e como marca cultural, mas tudo a calçada por vemos em toda a obra é um exagero.
Porque não mantém os padrões e desenhos da calçada portuguesa, mas ao invés de usarem pedra que é um material de porcaria, utilizam blocos de cimento? Mais baratos de manter e instalar, mais seguros, e com um aspeto visual idêntico.