Di questa mappa non si parla abbastanza ma è davvero terrificante.

Fiumi già straripati, suoli completamente saturi di pioggia praticamente quotidiana da novembre (ricordiamo che dicembre è stato, credo, il settimo mese più piovoso dall’inizio del secolo), lo scioglimento della neve caduta negli ultimi tempi e gli inevitabili rilasci di dighe… a ciò si aggiungono precipitazioni accumulate con volumi di 2-3 mesi nell’arco di UNA SETTIMANA (per non parlare dei danni causati dalla depressione). Ciò sarà completamente catastrofico e sono sicuro che, sfortunatamente, presto ci troveremo ad affrontare cose che non abbiamo mai visto prima.

Proteggiti.

https://i.redd.it/ixhrpg1ttjgg1.jpeg

di Enough-Craft-700

10 commenti

  1. abruzzi5 on

    E em Espanha chove mais por onde passa o Tejo, acabando parte dessa água de também escoar para o lado de cá.

  2. MitsuhaSaki on

    Podes especificar o “lidar com coisas nunca antes vistas”?

  3. sssss_we on

    As cartas de riscos de inundação são calculados com base num período bastante grande.

    >A elaboração e revisão da cartografia das ARPSI constitui a 2.ª fase de cada ciclo de implementação da Diretiva das Inundações. A representação cartográfica das zonas inundáveis e dos riscos de inundações, de acordo com o ponto 3 do artigo 6.º deste diploma, deve considerar três cenários de probabilidade de ocorrência, no caso das ARPSI associadas a eventos fluviais/pluviais:

    > Baixa probabilidade ou cenários de fenómenos extremos

    > Média probabilidade, com periodicidade igual ou superior a 100 anos; e

    > Elevada probabilidade, com periodicidade inferior a 100 anos.

    >No caso do cenário de baixa probabilidade de ocorrência foi considerado um período de retorno de 1 000 anos, uma vez que este é o utilizado para o dimensionamento de infraestruturas hidráulicas, de acordo com a legislação nacional vigente. Assim, nas ARPSI de origem fluvial, Portugal optou por considerar três cenários de probabilidade associados aos períodos de retorno de 20, 100 e 1000 anos para implementação de modelos hidrológicos e hidráulicos, mantendo os cenários avaliados no 1.º ciclo de implementação da Diretiva das Inundações.

    >Nas ARPSI de origem costeira foi considerado um cenário de probabilidade associado ao período de retorno de 100 anos (T=100).

    >Importa salientar o significado de período de retorno e que informação existe sobre uma inundação. O período de retorno permite determinar a severidade associada a um evento de cheias, uma vez que a sua gravidade está correlacionada com a sua frequência de ocorrência. Assim, o período de retorno de uma cheia é o intervalo de tempo (em anos) estimado para a ocorrência de um determinado evento. Uma cheia com um período de retorno de 100 anos, estima-se que seja igualada ou superada, em média, uma vez a cada 100 anos.

    [https://apambiente.pt/sites/default/files/_SNIAMB_Agua/DRH/PlaneamentoOrdenamento/PGRI/2022-2027/3_fase/RH1/PGRI_RH1.pdf](https://apambiente.pt/sites/default/files/_SNIAMB_Agua/DRH/PlaneamentoOrdenamento/PGRI/2022-2027/3_fase/RH1/PGRI_RH1.pdf)

  4. Ok_Appointment_1806 on

    É algo já visível por aqui, solos completamente alagados, transformados em pântanos, riachos e ribeira com 6 ou 7 vezes o tamanho habitual, atenção ao deslizamento de terras e outros problemas como areias movediças, para além do estrago das colheitas.
    Isto até 2030 vai piorar por todos os lados.

  5. Pedroalmeida0278999 on

    Estamos a 2 dias para acontecer algo muito grave e anda tudo a assubiar para o ar…

  6. ToulouseMaster on

    Não estamos preparados para as mudanças climaticas que vão completamente transformar a costa onde vivem a maioria dos portugueses.

  7. Rumenapp on

    Mal posso esperar pelas notícias no verão a dizer que não choveu o suficiente este ano

  8. Sklatup_ on

    Catástrofe? Mas em Lisboa nem é uma previsão assim tão má

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