Honestamente, com tanta operação e troços por reparar, estava à espera que acontecesse.
PikachuTuga on
Para aqueles que reclamavam que é inaceitável haver clientes sem eletricidade… os técnicos estão a trabalhar por turnos sem folgar desde a Kristin, já vieram técnicos da Madeira e também de Espanha, Itália, Irlanda trabalhar para a E-Redes para ajudar a repor os milhares de km de cabos destruídos. Mas os técnicos não fazem milagres, não é possível fazer mais, estão exaustos e o risco de acidentes aumenta exponencialmente.
A Irlanda em janeiro de 2025 passou por um sting jet parecido com a nossa Kristin e precisou de 18 dias para repor a eletricidade a 100% dos clientes afetados. A Kristin foi a maior tempestade que já passou por Portugal desde que há registos. É preciso dar tempo ao tempo.
Zealousideal_Club134 on
Funcionário de uma empresa privada capitalista (antiga EDP Distribuição) que visa o lucro morre a trabalhar para restabelecer o serviço elétrico, bem essencial, de uma zona altamente afectada por uma tragédia. A culpa é por conseguinte do patrão explorador que não forneceu as devidas condições mínimas de segurança e higiene no local de trabalho e exige-se por conseguinte uma queixa urgente à ACT.
Se fosse um bombeiro (funcionário do PAI estado) seria a procissão costumeira dos “homens e mulheres” que morrem ao serviço da comunidade e ninguém ousaria sequer mencionar ACT, mesmo que os ditos homens fossem lançados sem quaisquer condições para o meio da tragédia.
Komovs69 on
Não sei se foi o caso ou não, mas penso muitas vezes nestas pessoas com geradores ligados por aí fora, sem conhecimentos e que facilmente podem matar quem está a trabalhar na rede elétrica.
É muito mas muito importante desligar o disjuntor geral, senão vão estar a alimentar a rede elétrica com os geradores.
14soulrebel on
Isto é para o pessoal que acha que é chegar ali, meter uns postes no ar só e ligar uns cabos com conectores wago.
Uma pena, há malta que mal foi a casa, mal dorme, andando lá horas e horas em reparações e reconstrução do zero de certos troços. Em condições medonhas.
nunocspinto on
Que descanse em paz.
Nele, agradeço o serviço de todos os que andam a trabalhar de forma incansãvel para reparar a rede nacional. Os locais, de outras regiões do país e os que vieram do resto do mundo.
E isto só prova que pode ser muito duro estar sem eletricidade, mas a reparação não é instantânea…
6 commenti
Honestamente, com tanta operação e troços por reparar, estava à espera que acontecesse.
Para aqueles que reclamavam que é inaceitável haver clientes sem eletricidade… os técnicos estão a trabalhar por turnos sem folgar desde a Kristin, já vieram técnicos da Madeira e também de Espanha, Itália, Irlanda trabalhar para a E-Redes para ajudar a repor os milhares de km de cabos destruídos. Mas os técnicos não fazem milagres, não é possível fazer mais, estão exaustos e o risco de acidentes aumenta exponencialmente.
A Irlanda em janeiro de 2025 passou por um sting jet parecido com a nossa Kristin e precisou de 18 dias para repor a eletricidade a 100% dos clientes afetados. A Kristin foi a maior tempestade que já passou por Portugal desde que há registos. É preciso dar tempo ao tempo.
Funcionário de uma empresa privada capitalista (antiga EDP Distribuição) que visa o lucro morre a trabalhar para restabelecer o serviço elétrico, bem essencial, de uma zona altamente afectada por uma tragédia. A culpa é por conseguinte do patrão explorador que não forneceu as devidas condições mínimas de segurança e higiene no local de trabalho e exige-se por conseguinte uma queixa urgente à ACT.
Se fosse um bombeiro (funcionário do PAI estado) seria a procissão costumeira dos “homens e mulheres” que morrem ao serviço da comunidade e ninguém ousaria sequer mencionar ACT, mesmo que os ditos homens fossem lançados sem quaisquer condições para o meio da tragédia.
Não sei se foi o caso ou não, mas penso muitas vezes nestas pessoas com geradores ligados por aí fora, sem conhecimentos e que facilmente podem matar quem está a trabalhar na rede elétrica.
É muito mas muito importante desligar o disjuntor geral, senão vão estar a alimentar a rede elétrica com os geradores.
Isto é para o pessoal que acha que é chegar ali, meter uns postes no ar só e ligar uns cabos com conectores wago.
Uma pena, há malta que mal foi a casa, mal dorme, andando lá horas e horas em reparações e reconstrução do zero de certos troços. Em condições medonhas.
Que descanse em paz.
Nele, agradeço o serviço de todos os que andam a trabalhar de forma incansãvel para reparar a rede nacional. Os locais, de outras regiões do país e os que vieram do resto do mundo.
E isto só prova que pode ser muito duro estar sem eletricidade, mas a reparação não é instantânea…