>”Ele [hipotético concorrente] podia concorrer, a estação não tinha que estar lá em baixo. Não pode é sair do corredor de 400 metros” de largura para o traçado, disse, e questionado sobre se era essa a interpretação do consórcio, o responsável confirmou, dizendo que a posição está “juridicamente suportada pelos juristas que o consórcio tem”.
>Para o responsável, “o facto de a estação ser aqui ou acolá” tem “alguns aspectos jurídicos”, mas nunca “pareceu que estivesse escrito que fosse impossível”.
>”É evidente que o Estado não pode, não tem gente, não tem tempo – principalmente não tem tempo – para estudar um projecto de execução. Isso foi dito pelo engenheiro Carlos Fernandes [vice-presidente da IP]. E, portanto, se nós queremos ter alta velocidade, tem que ser este modelo de lançamento em que o construtor faz os projectos, financia-se, por aí fora”, argumentou.
No último parágrafo a deixar o ponto bem claro: o Estado não te capacidade de impedir a Mota Engil de fazer o que quiser.
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>”Ele [hipotético concorrente] podia concorrer, a estação não tinha que estar lá em baixo. Não pode é sair do corredor de 400 metros” de largura para o traçado, disse, e questionado sobre se era essa a interpretação do consórcio, o responsável confirmou, dizendo que a posição está “juridicamente suportada pelos juristas que o consórcio tem”.
>Para o responsável, “o facto de a estação ser aqui ou acolá” tem “alguns aspectos jurídicos”, mas nunca “pareceu que estivesse escrito que fosse impossível”.
>”É evidente que o Estado não pode, não tem gente, não tem tempo – principalmente não tem tempo – para estudar um projecto de execução. Isso foi dito pelo engenheiro Carlos Fernandes [vice-presidente da IP]. E, portanto, se nós queremos ter alta velocidade, tem que ser este modelo de lançamento em que o construtor faz os projectos, financia-se, por aí fora”, argumentou.
No último parágrafo a deixar o ponto bem claro: o Estado não te capacidade de impedir a Mota Engil de fazer o que quiser.