Eu li o artigo, e com certeza o problema dele foi o síndrome de superioridade misturado com inveja.
Ele quando era aluno achava-se superior aos outros por ser mais inteligente, e adorava humilhar e confrontar os colegas nas aulas.
Na cabeça dele, ele é que devia estar no lugar do físico do MIT, que fez exatamente o mesmo percurso na faculdade, mas não era tão brilhante quanto ele.
Isto é mais uma prova de que ser muito inteligente não basta, saber tomar decisões também é importante.
Ele não terminou o doutoramento na Universidade de Brown por achar que era bom demais para fazer aquele curso, uma decisão completamente ridícula, bastava ter feito o curso com uma perna atrás das costas que hoje em dia ele teria o mesmo sucesso do ex colega. Mas talvez independentemente do percurso dele, o desfecho seria exatamente o mesmo, custa a algumas pessoas acreditar que há sempre alguém melhor do que nós neste planeta, e quando se vive assim é meio caminho andado para a depressão.
Sardinha42 on
Doces a mais matam. Com diabetes. Este matou com balas.
nferrari on
Uma crise existencial? Uma crise de meia-idade como gatilho para os acontecimentos?
Holiday_Clock9250 on
Eu estou mais chocado com o título desta notícia do DN do que propriamente com o Cláudio.
Latter-Amount-9304 on
Bateu a meia-idade e o “este lugar devia ter sido meu, esta vida devia ter sido a minha”.
6 commenti
Era uma jóia de moço.
Eu li o artigo, e com certeza o problema dele foi o síndrome de superioridade misturado com inveja.
Ele quando era aluno achava-se superior aos outros por ser mais inteligente, e adorava humilhar e confrontar os colegas nas aulas.
Na cabeça dele, ele é que devia estar no lugar do físico do MIT, que fez exatamente o mesmo percurso na faculdade, mas não era tão brilhante quanto ele.
Isto é mais uma prova de que ser muito inteligente não basta, saber tomar decisões também é importante.
Ele não terminou o doutoramento na Universidade de Brown por achar que era bom demais para fazer aquele curso, uma decisão completamente ridícula, bastava ter feito o curso com uma perna atrás das costas que hoje em dia ele teria o mesmo sucesso do ex colega. Mas talvez independentemente do percurso dele, o desfecho seria exatamente o mesmo, custa a algumas pessoas acreditar que há sempre alguém melhor do que nós neste planeta, e quando se vive assim é meio caminho andado para a depressão.
Doces a mais matam. Com diabetes. Este matou com balas.
Uma crise existencial? Uma crise de meia-idade como gatilho para os acontecimentos?
Eu estou mais chocado com o título desta notícia do DN do que propriamente com o Cláudio.
Bateu a meia-idade e o “este lugar devia ter sido meu, esta vida devia ter sido a minha”.