>Autarquias ainda não tinha tomado posição oficial sobre o ponto onde vão parar os comboios de alta velocidade em Gaia que o consórcio de construtoras quer mudar de localização.
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> Na discussão sobre a localização da nova estação de alta velocidade em Gaia, o município que é presidido por Luís Filipe Menezes (PSD) desde Novembro ainda não tinha tomado uma posição peremptória.
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> Na semana passada, foi conhecido o resultado da avaliação da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), que chumbou as alterações que o consórcio AVAN Norte queria introduzir ao projecto inicial do primeiro troço da linha de alta velocidade entre Porto e Lisboa.
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> No caderno de encargos do contrato de concessão, estava previsto que a estação de Gaia fosse construída em túnel, em Santo Ovídio. No entanto, no projecto de execução que apresentou, o agrupamento de construtoras, formado por Mota-Engil, Teixeira Duarte, Alves Ribeiro, Casais, Conduril e Gabriel Couto, instalava a estação em Laborim de Baixo, em Vilar do Paraíso.
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> O processo de participação na avaliação ambiental, cujos documentos foram entretanto publicados, permite conhecer de uma forma mais detalhada as posições das autarquias. No que diz respeito à mudança da localização da estação, Gaia e Porto puseram-se do lado do consórcio.
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> A câmara de Gaia, onde, em Novembro, nasceu um grupo de trabalho para estudar o processo, emitiu dois pareceres, ambos contra a estação enterrada. Num documento assinado por Luís Filipe Menezes, lê-se que “a opção por Santo Ovídeo (sic) não devia estar a ser debatida dado o importante tema da segurança”. O autarca alude à construção da estação a “70 metros de profundidade” (no estudo prévio, a profundidade indicada é de 55 metros) e a questões de segurança, tal como já argumentado pelo AVAN Norte, embora essa opção permitisse servir o centro da cidade e aproveitar o cruzamento das linhas Amarela e Rubi do Metro do Porto.
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>Autarquias ainda não tinha tomado posição oficial sobre o ponto onde vão parar os comboios de alta velocidade em Gaia que o consórcio de construtoras quer mudar de localização.
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> Na discussão sobre a localização da nova estação de alta velocidade em Gaia, o município que é presidido por Luís Filipe Menezes (PSD) desde Novembro ainda não tinha tomado uma posição peremptória.
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> Na semana passada, foi conhecido o resultado da avaliação da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), que chumbou as alterações que o consórcio AVAN Norte queria introduzir ao projecto inicial do primeiro troço da linha de alta velocidade entre Porto e Lisboa.
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> No caderno de encargos do contrato de concessão, estava previsto que a estação de Gaia fosse construída em túnel, em Santo Ovídio. No entanto, no projecto de execução que apresentou, o agrupamento de construtoras, formado por Mota-Engil, Teixeira Duarte, Alves Ribeiro, Casais, Conduril e Gabriel Couto, instalava a estação em Laborim de Baixo, em Vilar do Paraíso.
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> O processo de participação na avaliação ambiental, cujos documentos foram entretanto publicados, permite conhecer de uma forma mais detalhada as posições das autarquias. No que diz respeito à mudança da localização da estação, Gaia e Porto puseram-se do lado do consórcio.
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> A câmara de Gaia, onde, em Novembro, nasceu um grupo de trabalho para estudar o processo, emitiu dois pareceres, ambos contra a estação enterrada. Num documento assinado por Luís Filipe Menezes, lê-se que “a opção por Santo Ovídeo (sic) não devia estar a ser debatida dado o importante tema da segurança”. O autarca alude à construção da estação a “70 metros de profundidade” (no estudo prévio, a profundidade indicada é de 55 metros) e a questões de segurança, tal como já argumentado pelo AVAN Norte, embora essa opção permitisse servir o centro da cidade e aproveitar o cruzamento das linhas Amarela e Rubi do Metro do Porto.