
La proposta sarà discussa venerdì nella sessione plenaria dell’Assemblea della Repubblica, insieme ad altre iniziative del partito.
Eliminare il concetto di emergenza climatica, i diritti e la possibilità di ridurre gli obiettivi climatici o consentire nuove prospezioni ed esplorazioni di petrolio e gas in Portogallo sono le proposte dell’Iniziativa liberale, che saranno discusse venerdì in parlamento.
Le proposte fanno parte di un disegno di legge volto a modificare la Legge fondamentale sul clima (LBC), approvato cinque anni fa. Se ne discuterà venerdì nella plenaria dell’Assemblea della Repubblica, insieme ad altre iniziative del partito legate alla LBC. Il disegno di legge dell’Iniziativa Liberale (IL) revoca l’articolo 45 della LBC, sulla prospezione ed esplorazione di idrocarburi, che recita: "È vietata la concessione di nuove esplorazioni o concessioni di esplorazione di idrocarburi nel territorio nazionale". Nella relazione del diploma, il gruppo parlamentare motiva la revoca affermando che la proposta mira a rimuovere dalla LBC "disposizioni che prevedono divieti assoluti o moratorie generiche". La protezione degli ecosistemi, compresi quelli marini, deve essere garantita da rigorosi processi di autorizzazione e da studi scientifici e ambientali "la politica climatica deve essere compatibile con la garanzia della sicurezza energetica"afferma il partito, concludendo che i divieti assoluti sulla prospezione e sullo sfruttamento delle risorse energetiche non sono compatibili con la realtà. La proposta abroga inoltre l’articolo 2 della LBC, che riconosce la situazione di emergenza climatica, che non costituisce una dichiarazione di stato di emergenza. In questo caso, IL dice di sì "un esercizio di retorica politica senza utilità normativa"uno "gesto meramente simbolico". LBC è inoltre eccessivamente focalizzata sulle energie rinnovabili escludendo altre "soluzioni emergenti"così come in "divieti assoluti su alcune attività economiche"afferma IL, che comprende che la legge non dovrebbe imporre soluzioni chiuse, che la neutralità del carbonio non è una soluzione "guida tecnologica"che occorre riconoscere il potenziale contributo dei combustibili a basse emissioni di carbonio.
L’IL cancella anche parte dell’articolo sui diritti in materia climatica, revocando, ad esempio, "il diritto di richiedere la cessazione immediata delle attività che causano una minaccia o un danno all’equilibrio climatico". E nell’articolo (14) sulle politiche regionali e locali, si revoca l’obbligo per i comuni di dotarsi di un piano comunale d’azione per il clima, revocando anche obblighi in materia alle comunità intercomunali e alle aree metropolitane. Come revoca l’articolo 53 del sostegno statale alle decisioni dei consumatori. IL dice che sta proponendo "modifiche chirurgiche e responsabili" che assicurano "che la politica climatica portoghese rimanga efficace, scientificamente informata, economicamente sostenibile e compatibile con i principi di libertà, innovazione e competitività". E lo giustifica anche con un nuovo contesto internazionale, tecnologico e geopolitico, segnato da un ultimo decennio di politica climatica "eccessi retorici e decisioni politicamente performative"quindi il conto "intende avviare un processo volto a restituire razionalità politica e tecnica al dibattito sulla mitigazione e l’adattamento al cambiamento climatico". Contro il sostegno come le detrazioni fiscali legate al comportamento individuale, il partito afferma che le principali decisioni con un impatto climatico rilevante si trovano a livello del sistema energetico, delle infrastrutture, della pianificazione territoriale, dell’industria e dell’innovazione tecnologica. E avverte: la transizione climatica non va vista come un progetto di contenimento economico o di riduzione forzata dei consumi energetici. Il partito riflette "finzione" che ridurre il commercio internazionale o dare priorità alle filiere corte di produzione e consumo è una risposta climatica efficace, considerando che lo è il trasporto a lunga distanza "una quota ridotta delle emissioni totali, mentre le catene corte imposte a livello amministrativo tendono ad essere più costose e, spesso, ad alta intensità di emissioni".
https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/iniciativa-liberal-quer-alterar-a-lei-de-bases-do-clima
di Alkasuz
28 commenti
O timing para revogar o artigo 2.º (“É reconhecida a situação de emergência climática”) não podia ser melhor!
Este partido está numa speedrun para se transformar no Chega
Para muita tristeza e infelicidade minha, a IL neste momento é indistinguível do CDS
E que tal ir propor isso no edifício da Câmara Municipal de Leiria? Só para mudar de ares.
(Não sei se o edifício ainda existe mas pronto)
Que lindo, mesmo em sync com uma tempestade que matou pessoas e destruiu propriedades. Gostava de saber o que é que as pessoas de Leiria que estão sem luz, água ou rede acham sobre esta posição da IL. Vergonhoso
>…excessivamente centrada em energias renováveis excluindo outras “soluções emergentes”,…
O que é que querem dizer aqui com outras soluções emergentes? Tirando nuclear modular que ainda estará a uma ou duas décadas de distancia, para além de serem caros quando comparados com algumas das renováveis, há mais alguma coisa?
A IL e o Chega estão muito próximos no que toca a negação das alterações climáticas.
Diz-me que defendes as petrolíferas sem me dizeres que defendes as petrolíferas e te estás a cagar para as empresas que faturam milhões com o que vendem de produtos graças à adoção em massa das energias renováveis.
A IL começa, o CH seguirá.
Esta malta quer mesmo cozinhar o planeta em nome de lucros a curto prazo.
Não se esqueçam de meter na lei “proibição de tempestades”. Leiria agradece.
Bom timing.
Foram-se os memes e acabou apenas por ficar isto…
O IL está a dizer Chega! á fraude das chamadas “alterações climáticas” pois a Depressão Kristin foi causada pelos 50 anos de socialismo em Portugal!
> E no artigo (14.º) sobre políticas regionais e locais revoga a obrigatoriedade de os municípios terem um plano municipal de ação climática, revogando também obrigações nessa matéria das comunidades intermunicipais e áreas metropolitanas.
Ish e bafo de autoritário que saiu da boca dela… de Liberal tem zero
Então a Dra. Do Botox quer que não haja planos por parte de ninguém para facilitar a construção de tretas energéticas
Por exemplo? Destruição de áreas verdes para abrir centrais de energeia para AI…
Abolir termos… Que liberais…
Como dizia o Ventura, privatizar e despedir. Neste caso o clima.
Idiotas
Se ha uns anos eu achava que a IL e o Livre eram duas faces (direita e esquerda) da mesma moeda, (progressismo, liberdade), nunca podia imaginar este tipo de posições do partido.
É só ignorar talvez o maior problema global de todo o planeta, que vem a ser “ignorado” há 30 anos.
Td;dr onde está?
Houvesse um partido verdadeiramente socialista liberal e com abordagem moderna à politica como existe no Norte da Europa e teria o voto de muita gente. Infelizmente a IL é um Chega para betos.
Iniciativa Retrógrada.
A Iniciativa Lobiral a dizer CHEGA
Para quem está surpreendido com isto é porque não viu como o Cotrim falava do tema da crise climática no passado. Isto não é de agora. Sempre foram assim.
Espero que o timing destas propostas seja suficiente para as afundar.
Perderam o meu voto de vez.
Está lei do Lobby financeiro já está a surtir efeito 🤔
Mais negacionistas da ciência que o próprio CH.
Este partido IL, me recuerda a Ciudadanos en España, un partido politico supuestamente de centro-liberal que se radicalizó tanto que intentó sustituir al PP como principal partido de derecha, y acabó muriendo en el intento