La discussione sui fondi è direttamente collegata ai bassi livelli di copertura assicurativa nel paese. “Il Portogallo ha circa 6 milioni di case, il 53% ha un’assicurazione, il 47% no”, ha ricordato, sottolineando che anche tra le case assicurate “dipende dall’assicurazione che hai” e dal rispettivo livello di protezione. Il rischio sismico appare come un esempio particolarmente sensibile di questa fragilità: “ci sono, ad esempio, solo il 19% delle case con un’assicurazione contro i terremoti”, ha avvertito, insistendo che “non è una questione di se, è una questione di quando”, soprattutto nelle città situate in zone sismiche.

    In questo senso, Portas ha sostenuto che il Portogallo dovrebbe imparare dalle soluzioni già sperimentate in altri paesi. “Fa sempre piacere vedere cosa hanno fatto gli altri e che ha funzionato bene”, ha affermato, riferendosi a “casi di fondi calamità che coinvolgono lo Stato, gli assicuratori e i riassicuratori”, consentendo una gestione finanziaria del rischio più strutturata. Riconoscendo i limiti di bilancio, ha ammesso che “mi sembra chiaro che il Portogallo non avrà più un surplus quest’anno”, ma ha ritenuto che “le circostanze sono così eccezionali che ovviamente sarà importante soddisfare i bisogni”.

    https://cnnportugal.iol.pt/amp/paulo-portas/habitacoes/paulo-portas-paulo-portas-portugal-tem-cerca-de-6-milhoes-de-habitacoes-53-tem-seguro-47-nao-tem/20260207/6987bf54d34e0ec52ec3461c

    di kiyomoris

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    12 commenti

    1. Muito verdade. Que ao menos isto sirva para se aumentar este número.

    2. besmarques on

      País onde 55% considera poupar dificil ou extremamente dificil acha-se estranho que nao se adquiram seguros apra coisas de baixa probabilidade.

      Sim senhor.

      Parece que os cães de fila das seguradoras estao ao cheiro neste momento…

    3. HCBresson on

      A questão dos seguros é uma velha questão. Portugal não há uma cultura de seguros. A maioria da população acha que os seguros são um embuste apenas para cobrar. Muito por culpa também de que vende seguros, muito má informado e dificuldades básicas em fazer uma participação bem fundamentada, levando a que muitas vezes os seguros sejam mal participados e aumentando assim a probabilidade de exclusão.

      A estes dados devendo juntar ainda o facto de que muitos dos seguros habitação existirem por imposição devido ao crédito habitação e condomínios, de outra forma, se fosse exclusivamente por vontade dos proprietários, os valores seriam bem mais baixos.

    4. PortugalParaTodos29 on

      >O risco sísmico surge como exemplo particularmente sensível dessa fragilidade: “só há, por exemplo, 19% de habitações com seguro contra sismos”, alertou, insistindo que “não é uma questão se, é uma questão quando”, sobretudo em cidades localizadas em zonas sísmicas.

      Eu tenho seguro que cobre risco sísmico (acabadinho de fazer) mas há aqui algum exagero:

      – Nem todas as zonas têm um risco sísmico como por exemplo Lisboa tem

      – Mesmo havendo um sismo não significa que a gravidade será grande

      – “não é uma questão se, é uma questão quando” – não se pode dizer que vai de certeza haver um sismo grave nas próximas décadas

    5. andy18cruz on

      As seguradoras querem um fundo do estado para cobrir catástrofes: https://expresso.pt/sociedade/meteorologia/tempestades/2026-02-06-seguradoras-pedem-ao-governo-urgencia-na-criacao-de-um-fundo-para-catastrofes-f3536890

      Mais vale pagarmos os nossos impostos e que o estado diretamente nos ajude do que andar a pagar às seguradoras para estas usarem o dinheiro dos fundos pago pelos nossos impostos, pois no primeiro temos pelo menos a maior probabilidade de virmos a receber alguma coisa e não ver a nossa participação recusada porque o vento foi de 159 km/h e não 160 km/h como diz na nossa apólice.

    6. EspinhoWind2 on

      Se as maioria das pessoas aqui não fazem seguros de saúde acham que fazer outros…

      Lá fora por exemplo Suíça é obrigatório(!) ter seguro de saúde 

    7. TheBald_Dude on

      Portugal é sempre o mais barato.

      Foi igual à pouco tempo quando a inflação aumentou muito e viu-se que a maioria da população tinha os CH com taxa variável sem um fundo de emergência para o caso raro que aconteceu.

    8. A maior parte das pessoas não tem seguro porque está habituado a que sempre que é preciso o estado vem salvar, como uma papá ao filho adolescente

    9. Talvez se não fosse necessário pagar tanto imposto na compra da casa e após a compra, sobrasse dinheiro para um seguro

    10. feeeeelipe0987654321 on

      A história prova que ter seguro acaba por ser estupidez pois no evento de uma catástrofe, o estado vai ter sempre que financiar a malta. É a mesma coisa com as crises/crédito habitação, a malta que se endivida ate o pescoço é beneficiada vs as pessoas responsáveis com taxa de esforço baixa.

    11. No-One-5172 on

      E provavelmente as que tem as que são obrigadas a ter por causa do CH

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