
Il governo approverà la proposta che rende l’approvazione preventiva della Corte dei conti l’eccezione anziché la regola
https://sicnoticias.pt/pais/2026-04-09-governo-vai-aprovar-proposta-que-passa-a-fazer-do-visto-previo-do-tribunal-de-contas-a-excecao-em-vez-de-a-regra-be360217
di saposapot
10 commenti
Num país com tanta falcatrua e corrupção, onde o TC encontra irregularidades em tantos contratos feitos, esta medida é de bradar aos céus…
Quantos anos é que faltam para as próximas eleições?
“Desde 2025 que há um regime especial que permite que estes projetos avancem e que a verificação financeira seja feita entretanto, uma medida que, na chamada reforma do Estado, o Governo quer alargar a todos os projetos de contratação pública.”
E seja como for, não deixa de ser verificado, simplesmente é verificado enquanto decorre.
Quem diz que isto é mau não conhece o poço de burocracia do Estado.
Agora é que vai ser roubar à grande!
Acelerar em direcção ao fundo. Carrega Luisito.
Fartar vilanagem, ainda mais.
Os governos PS(D) passaram legislaturas a tirar os dentes ao TdC ignorando relatórios. Isto é só mais um prego no caixão.
Se é assim vamos lá ser disruptivos á grande!
Acabem com o tribunal de contas, acabem com o tribunal constitucional e acabem com o supremo.
Poupam-se uns trocos, libertam-se uns palácios e quem investiu neste governo fica satisfeito!
Ah..e o acesso aos tribunais fica só para empresas que sejam accionistas do governo para que a justiça seja mais célere.
Montenegro é só incentivos à corrupção e erosão dos direitos dos trabalhadores.
Parabéns portuguêses, cairam que nem ratinhos na cantiga da extrema direita. Agora vão pagar o preço.
Tornar a falcatrua e a corrupção mais fáceis? Esqueçam. O Chega não vai deixar /s
Uma excelente medida. Este visto prévio atrasa de sobremaneira todas as obras e é um caso único na Europa, creio que não existe paralelo em mais lado nenhum na Europa. A fiscalização deve ser feita à posteriori… em caso de fraude, cadeia. Processos mal conduzidos perda de mandato. Justica a funcionar. Depois a responsabilidade dos eleitores. Os políticos são quem lá metemos.