
Contrariamente alla credenza popolare, il metodo D’Hondt (attualmente utilizzato nella distribuzione dei deputati da parte dei circoli elettorali e quindi nell’attribuzione dei mandati in ciascuno) è un piccolo problema nel nostro sistema elettorale.
La principale causa della sproporzionalità tra le percentuali di voto ottenute dalle parti e le loro percentuali di deputati sono i Cerchi elettorali (Ce ne sono 22 in Portogallo).
Usando il Risultati provvisori di elezioni in Territorio nazionale (che elegge 226 deputati; I restanti 4 sono di emigrazione), ecco il Parlamento se l’intero territorio nazionale era solo un cerchio e Mantenere il metodo D’Hondt
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di user4567822
10 commenti
O Juntos pelo Povo (JPP) é o primeiro partido pequeno em Portugal que é beneficiado pela atual dinâmica dos círculos eleitorais. Se existisse apenas um círculo no território nacional, ele não conseguiria entrar.
É também o primeiro partido a entrar no Parlamento fora do círculo de Lisboa.
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A existência de um único círculo eleitoral iria retirar representação do território português como um todo. Voltaríamos a ter um país, com uma base representativa baseada em (e por) Lisboa. Os círculos (bem ou mau) tentam representar aqueles que estão fora deste círculo central, que é Lisboa.
Talvez a solução para os tais votos não representativos (que julgo que seja aquilo que propões aqui), devessem estar num círculo de compensação, tal como aconteceu nos Açores.
Ainda bem que não temos círculo único então deputados do ADN era horrível
É também interessante ver que, como diminuiu imenso o número de votos, o PS quase que já não beneficia do atual sistema de círculos eleitorais. Só tem mais 3 deputados do que o “justo”.
E com um círculo único nacional, o CHEGA já não teria mais deputados que o PS (já que tem menos votos)!
Falta no post original uma ideia clara sobre o que pretendes demonstrar ou propor. Focas-te em mostrar os “efeitos” dos círculos eleitorais, mas não explicas o que seria efetivamente melhor, nem consideras os impactos de uma eventual mudança.
A ideia de transformar o país num único círculo nacional favoreceria partidos com voto urbano concentrado, e penalizaria partidos com implantação mais dispersa.
É legítimo discutir se o sistema atual deve ser reformado, mas convém que o debate seja transparente: mudar a estrutura eleitoral não é só uma questão técnica. É uma escolha política com consequências reais para a representação territorial e para o equilíbrio de forças no Parlamento.
O que é preciso é um mecanismo de eliminação de partidos com baixa representatividade como o que acontece na França e Alemanha por exemplo.
Agora convençam lá a maioria do hemiciclo a alterar as regras que os favorecem. Isso….
E na verdade a identificação dos deputados com os círculos distritais é nula. Só me lembro do negócio do queijo limiano e qualquer coisa da madeira.
Não sabias usar outra cor? Amarelo? Duck my eyeees