L’amministrazione dell’ospedale di Santa Maria era a conoscenza, per almeno sei mesi, degli alti importi pagati ai medici nel contesto di ulteriori interventi chirurgici nell’ambito del sistema di gestione della chirurgia integrata (SIGIC), vale a dire nel servizio dermatologico. Secondo una deliberazione del consiglio di amministrazione a cui TVI aveva accesso, risalenti a mezzo anno, è stato determinato la sospensione dei pagamenti da interventi intermedie di gravità in questa specialità, dopo che è stato scoperto che un singolo medico, Miguel Alpalhão, aveva ricevuto più di 370 mila euro fino a ottobre 2024.

    La stessa deliberazione include un allegato in cui appare l’elenco dei professionisti con le entrate più alte in questa modalità. Oltre all’Alpalhão – il dermatologo che è diventato noto per aver ricevuto più di 400.000 euro in soli dieci sabato di lavoro, come hanno studiato il Portogallo TVI e CNN – la cima comprende due detenuti dermatologici e un’infermiera di chirurgia generale. Insieme, questi quattro professionisti hanno raccolto circa 850.000 euro in soli dieci mesi.

    Hospital de Santa Maria conhecia há seis meses os gastos milionários com cirurgias adicionais no serviço de dermatologia



    di ConfidentMongoose

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    2 commenti

    1. ConfidentMongoose on

      >Confrontado com esta informação, Carlos Martins, presidente do conselho de administração, reconheceu que já sabia que Miguel Alpalhão liderava a lista dos mais bem pagos em cirurgias adicionais, embora alegue não ter conhecimento do valor total de mais de 400 mil euros recebido pelo médico em dez dias. O gestor hospitalar revelou ainda que foram realizadas duas auditorias internas, que não detetaram qualquer irregularidade, mas apesar disso, o Ministério Público manteve o pedido de informações ao hospital

      O que apetece dizer era que o SNS devia ser completamente desmantelado, e recomeçar tudo de novo… Não existe setor público mais corrupto e mal gerido

    2. zooommsu on

      O chocante nestas coisas é como internamente dentro do próprio SNS não detectam estas coisas e vêm logo que são casos muito anómalos em que deveriam disparar mecanismos de alerta.
      Quem diz isto diz por exemplo a contratação publica, etc, como não há dentro do Estado entidades com essa função, em pelo menos detectar o mais óbvio.
      O pior de tudo é que provavelmente essas entidades ou estruturas até existem, e com imensos funcionários, que andam é a coçar os tomates.

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