I portoghesi non vogliono lavorare nel frutto del frutto …

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    di neapo

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    16 commenti

    1. Fast_Limit612 on

      Ganda salário. Deviam antes dar uma sandes da TAP de há 6 anos.

    2. El_frog1 on

      32.5 * 22 dias = 715€

      Se forem 30 dias são 975€…

      Depois choram que um tuga não quer trabalhar nisso.

    3. bigmoedabang on

      32,5€ x 22 dias de trabalho = 715€, abaixo do salário mínimo e possivelmente sem contrato que garante proteção social e contra acidentes de trabalho. Depois admiram-se de não haver portugueses interessados e de, uma vez mais, precisarmos de imigrantes para o fazerem…

    4. Muaddib_Portugues on

      O Estado paga o dobro para quem quiser estar nas mesas de voto.

    5. KokishinNeko on

      Que se fodam as redes e telecomunicações, vou já inscrever-me nisso! ui, no fim do Verão compro já um T2 em Lisboa.

    6. Razvancb on

      Como caralho 32.5 por dia? Essa merda nem ordenado mínimo é.

      Andava eu a vender bijus naquelas feiras de centros comerciais quando mais novo e tirei 350€ numa semana.

      Puta de exploração.

    7. PeculiarMetaphor on

      Quando era adolescente, eu e os meus amigos ficávamos contentes por irmos fazer uns trocos, por uns dias de trabalho nas vindimas.

      Não era um trabalho para “fazer vida”, era simplesmente para amealhar uns cobres quando ainda se estava dependente dos pais e se queria uns Euros para umas roupas novas ou coisa que o valha, juntamente que alguns adultos que tinham outros ofícios, mas que não se importavam de fazer um “biscate” na agricultura quando podiam.

      Os pequenos produtores conseguiam ajuda para recolherem a uva e os demais levavam algum dinheiro extra para casa. Todos ganhávamos.

      Acho que este é um dos contextos em que não faz sentido esperar um contrato, seguro e grandes salários. É trabalho sazonal em agricultura de pequena escala, faz quem quer, ninguém é obrigado.

      A alternativa é pagarem mais e darem todas as garantias, levando alguns produtores à falência, aumentando o preço dos produtos e assegurando que a produção passa toda para grandes empresas a longo prazo. Não me parece que vá dar grande resultado, mas…

    8. AdventurousFly1900 on

      Fdx mais valia darem um kg de cereja e um pão…

    9. DazzledMind on

      Mas o ponto é precisamente ESSE. A maior parte dos tugas não quer trabalhar por esse dinheiro. São livres de o fazer. Outros haverá, tugas ou emigrantes , como único trabalho que arranjam ou como complemento que ganham por outra via, o farao como complemento ao que já ganham por outra via. Sao livres de o fazer. Por outro lado, este empregador, das duas uma, ou é o único na zona e obtém boas margens a custa de mão de obra barata, ou se não houver entraves à entrada no negocio, as margens atrairão outros empregadores, que rapidamente terão de competir pela mesma mão de obra, fazendo-o pagando mais. Esta dinâmica nao funciona se houver entraves à entrada do negocio, seja por lei, seja pelos milhoes de capital que é preciso empatar para o fazer. Por nao se compreender isto é que se entra em narrativas que, sinceramente, nao ajudam ninguém

    10. JohnSnowHenry on

      32.5 euros é excelente tendo em conta que a grande maioria são estudantes que aproveitam para fazer algum para as férias.

      Sempre foi assim e é daquelas coisas que faz todo o sentido.

      Não há necessidade de fazer um contrato por um trabalho sazonal de curta duração.

      Quem quiser trabalhar um pouco e fazer dinheiro fácil é aproveitar

    11. cyrustakem on

      espera, 6h às 14h? isto é algum esquema para ser 8h por dia mas não ter que dar almoço, ou dizer “é só de manhã, é part time”? está-me a escapar alguma coisa? que começassem mais cedo e parássem às 12h, ainda percebo, agora, começar às 6h e ainda levar ali com a hora do maior calor das 12h às 14h? 😮

    12. Naurblaith on

      Preços de hoje no Continente:

      Cerejas vindas de Espanha -> 7,98€ o kilo
      Cerejas do Fundão “Premium” -> 14,97€ o kilo

      Paguem, tugas. Que eles lá estarão a chamar-vos calões e a gozar com a vossa cara.

      Não se esqueçam de ir visitar a nova ‘Odemira’ da Beira Baixa.

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