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    17 commenti

    1. tokenwolf14 on

      Isto não deve ter nada a ver com o Chega mas devia ser uma regra básica de segurança nos locais públicos.
      Ter a face tapada deve ser simplesmente proibido, seja com burka ou com lenços, roupa ou capacete.

    2. Justin57Time on

      “Na exposição de motivos, assinala que o Estado português é laico e defende que não existem motivos para ser permitida “a exibição de símbolos religiosos em instituições públicas, como escolas não religiosas, hospitais, transportes públicos e demais locais regidos ou pertencentes ao Estado”.”

      A justificação é completamente absurda. Será que ele quer proibir pessoas de usarem correntes com crucifixos? Porque se esta justificação serve para uns, teria de servir para todos, o que seria uma absurda violação de liberdades individuais.

    3. angelolidae on

      Não existem um monte de trajes festivos que envolvem cobrir o rosto (caretos por exemplo), ou seja este defensor da pátria quer proibir que um homem ande nesses trajes?

    4. KokishinNeko on

      A justificação é parva, tantos países que proíbem a cara tapada por razões de segurança e não tiveram problemas com isso, e este gajo vai meter religião ao barulho? Fds… Que tiro no pé.

      Mas que venha a lei, 100% de acordo.

    5. OkDesk2871 on

      concordo, os homens nao deviam andar ai a tapar-se com bonés e boinas e chapeus parolos

    6. O estado português é laico, mas as pessoas não.

      Cada um faz o que quer, desde que não afecte a liberdade do próximo.

    7. Devia-se estender também a roupas (de cariz religioso) que cubram o cabelo. Mas um passo de cada vez.

    8. DrPepperPower on

      Eu percebo e no geral até concordo (abrindo exceções para manifestações e festivais que devia ser óbvio)

      A verdadeira questão é: Qual é o intuito do chega em fazer isto? Duvido que seja segurança….

    9. heartbeatcity1984 on

      Uma vez mais demonstra que o grande problema com a imigração passa apenas e só pela existência destas pessoas na via pública. Se apenas fosse permitido aos imigrantes viver no subsolo, ninguém se importaria se vivem assim ou assado. O que incomoda é que existam no espaço público e que usufruam dos serviços pelos quais pagam impostos.

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