
Il gruppo guidato dal Prof. José Miguel Cardoso Pereira do Center for Forest Studies, Instituto Superior de Agronomy, l’Università di Lisbona ha analizzato i grandi tipi di occupazione del suolo colpite dai cinque incendi che avevano un’area di oltre 10.000 ettari il 21/08/2025, usando le mappe ottenute dal sistema di informazioni sui vigili del fuoco della foresta europea (Effis).
Questi cinque incendi hanno totalizzato un’area di 199.411 ha, corrispondente al 73% dell’area totale bruciata segnalata da Effis fino ad oggi.
Alla data dell’analisi, il fuoco di Piódão era ancora attivo.
Per quanto riguarda l’area bruciata (%) a causa del grande tipo di occupazione del suolo, i cespugli erano l’occupazione del suolo più colpita, seguita da vicino dalla foresta, che rappresentava poco più di 1/3 dell’area bruciata totale.
Per quanto riguarda l’area bruciata (%) per tipo di foresta, gli investigatori hanno scoperto che l’incendio aveva colpito 72.478 ettari della foresta di cui la coraggiosa foresta di pini rappresentava 2/3.
Bravo Pinhal e Eucalyptus rappresentavano rispettivamente il 24,3% e il 4,2% dei 199.411, è stato bruciato nei cinque principali incendi analizzati, mentre la somma di altre specie a foglia (in particolare le specie Ripic) e altre querce (non -maiale e Azinheira) corrispondevano al 6,0% della stessa area.
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di OnionPersonal2632
5 commenti
Os mapas do efis são polígonos continuos que consideram áreas ardidas áreas que realmente não arderam, ainda há pouco andava no twitter uma análise que provavelmente usa esses dados e que mostrava que tinha ardido água e tudo
depende de como foi feito o recenseamento florestal e agrícola dessas áreas.
diria que mais de 80% dos terrenos agrícolas com eucaliptos são plantações ilegais que não pediram a licença para plantação.
será que esse levantamento tem isso em consideração ou apenas a ocupação oficial desses terrenos que poderá com grande certeza não corresponder à realidade no terreno?
Ya as acendalhas também só compreendem 0,04% do volume ardido na minha lareira.
Espero que tenham feito limpeza do mato à volta da máquina de relações públicas destas indústrias de monocultura. Até deita faísca.
No gráfico apresentado, o eucalipto representa 11% da área queimada. De onde vieram os 4%?
É um estudo interessante, mas não podemos tirar conclusões do impacto dos eucaliptos nos incendios só com estes dados.
O dado mais importante que falta é saber qual a percentagem de área que cada uma destas espécies (eucalipto, pinheiro-bravo, etc.) ocupa na região afetada. Se a área de eucalipto na zona destes incêndios for muito pequena, arder 4,2% pode ser um valor proporcionalmente elevado.
Outra coisa é que perceber a causa vs consequencia. Os dados mostram o que ardeu, mas não explicam como ou porquê. Não nos dizem se o fogo começou numa área de eucaliptos e se propagou mais rapidamente a partir daí, ou se simplesmente atravessou uma área de eucaliptos que estava no seu caminho.
O texto também não refere o estado de gestão e limpeza das florestas. Uma floresta de eucaliptos ou pinheiros bem gerida pode ser mais resistente ao fogo do que uma floresta mal gerida de qualquer outra espécie.