Não é a principal mas ajuda e bastante, agora que façam o mesmo estudo com os sobreiros as azinheiras e castanheiros e os carvalhos as verdadeiras árvores autocnes da península
Alkasuz on
“Guns don’t kill people…”
The_null_device on
Pode não ser, mas quando lhe chega o fogo, ardem como fósforos e contribuem para a propagação dos incêndios.
Daspsycho37 on
“Este artigo contou com o financiamento do lobby do papel”
Wu_Um on
Neste artigo, Miguel Judas, que “Enquanto colaborador de publicações como Visão, Diário de Notícias, Máxima, Must ou Volta ao Mundo, já escreveu um pouco sobre tudo: desporto, sociedade, economia, cultura, viagens e ambiente”, fez umas pesquisas na net e juntou um pot-pourri de estudos não relacionados, para tecer conclusões sem sal.
Tudo isto para responder a uma questão mal feita e que não acrescenta muito ao contexto.
Ok. O eucalipto não entra em combustão espontânea. Boa Miguel.
Os incêndios em Portugal são um problema com múltiplas causas, diferentes agentes com motivações diversas e diversas agravantes.
O eucalipto é parte da equação, e não é uma parte boa. É uma merda.
Só quem nunca viu um arder à sua frente é que se atreve a dizer o contrário.
A solução para esta confusão terá de ser multifacetada com acções consertadas em vários quadrantes, de preferência orientadas por um painel multi-disciplinar de especialistas.
E estes artigos não ajudam na percepção do problema.
tryagainnoob on
A conversa de culpar os eucaliptos pelos incêndios é tão ridícula como culpar armas pelos assassinatos e os carros pelos atropelamentos.
cromosdocosmos on
SIM.
pimbanabeica on
Pelas tuas respostas estás a querer ser do contra.
O senhor do artigo não é literado em ordenamento do território, em engenharia florestal nem em incêndios. Devia estar caladinho e ter as conversas dele na tasca invés de querer influenciar a opinião pública, quando não tem conhecimento.
O mesmo para ti, mas tu ao menos estás numa “tasca online” em que cada um lança a sua laracha.
Respondendo à tua pergunta e às tuas respostas a outros comentários, o eucalipto não entra em combustão instantânea nem em auto combustão porque lhe bateu o sol. Tem de existir uma ignição natural (trovoada por exemplo) ou causada pelo homem ( desde um cabo partido, a cigarros, churrascos que deram para torto, ou fogo posto). Estas são as causas. Próximo ponto.
Existe um incêndio, preferes que seja num terreno com arvores de combustão rápida (isto vale não só para a árvore em si, mas pela propensão destas árvores em criarem fogos de copa, que são infinitamente piores que os fogos rasteiros, ou de mato, sendo o que se verificou nos grandes incêndios), com elevada libertação de energia, sendo consequentemente mais quente, criando convecções mais fortes e consequentemente “criando os seus próprios ventos”? Mais, estas árvores, por norma, secam os solos, têm grande oleosidade e são secas (não costumas de ver por exemplo musgo, etc.). Ao contrário dos carvalhos por exemplo. As copas da maior parte das arvores de crescimento rápido, são propensas ao crescimento de mato, não só porque as copas não fecham propriamente e permitem a entrada de muitos raios de luz, como o que libertam tem pouco valor calórico para os animais irem lá comer as coisinhas, os carvalhos (nem todos, sobreiros e azinheiras são Quercus também), têm copas mais densas e fechadas, as bolotas são uma ótima fonte de alimentação para os animais.
Os solos são mais húmidos e os próprios carvalhos costumam de ter musgo, sendo um atestado à humidade e proteção que criam.
Todas as árvores ardem, parabéns por teres visto carvalhos queimados e teres vindo papaguear como se tivesses descoberto a pólvora.
Põe-te no lugar das populações destas zonas afetadas, pensa que tens a tua família lá e o que preferias ter à tua volta, eu sei o que queria à minha.
10 commenti
não. é dos incendiários /s
Não é a principal mas ajuda e bastante, agora que façam o mesmo estudo com os sobreiros as azinheiras e castanheiros e os carvalhos as verdadeiras árvores autocnes da península
“Guns don’t kill people…”
Pode não ser, mas quando lhe chega o fogo, ardem como fósforos e contribuem para a propagação dos incêndios.
“Este artigo contou com o financiamento do lobby do papel”
Neste artigo, Miguel Judas, que “Enquanto colaborador de publicações como Visão, Diário de Notícias, Máxima, Must ou Volta ao Mundo, já escreveu um pouco sobre tudo: desporto, sociedade, economia, cultura, viagens e ambiente”, fez umas pesquisas na net e juntou um pot-pourri de estudos não relacionados, para tecer conclusões sem sal.
Tudo isto para responder a uma questão mal feita e que não acrescenta muito ao contexto.
Ok. O eucalipto não entra em combustão espontânea. Boa Miguel.
Os incêndios em Portugal são um problema com múltiplas causas, diferentes agentes com motivações diversas e diversas agravantes.
O eucalipto é parte da equação, e não é uma parte boa. É uma merda.
Só quem nunca viu um arder à sua frente é que se atreve a dizer o contrário.
A solução para esta confusão terá de ser multifacetada com acções consertadas em vários quadrantes, de preferência orientadas por um painel multi-disciplinar de especialistas.
E estes artigos não ajudam na percepção do problema.
A conversa de culpar os eucaliptos pelos incêndios é tão ridícula como culpar armas pelos assassinatos e os carros pelos atropelamentos.
SIM.
Pelas tuas respostas estás a querer ser do contra.
O senhor do artigo não é literado em ordenamento do território, em engenharia florestal nem em incêndios. Devia estar caladinho e ter as conversas dele na tasca invés de querer influenciar a opinião pública, quando não tem conhecimento.
O mesmo para ti, mas tu ao menos estás numa “tasca online” em que cada um lança a sua laracha.
Respondendo à tua pergunta e às tuas respostas a outros comentários, o eucalipto não entra em combustão instantânea nem em auto combustão porque lhe bateu o sol. Tem de existir uma ignição natural (trovoada por exemplo) ou causada pelo homem ( desde um cabo partido, a cigarros, churrascos que deram para torto, ou fogo posto). Estas são as causas. Próximo ponto.
Existe um incêndio, preferes que seja num terreno com arvores de combustão rápida (isto vale não só para a árvore em si, mas pela propensão destas árvores em criarem fogos de copa, que são infinitamente piores que os fogos rasteiros, ou de mato, sendo o que se verificou nos grandes incêndios), com elevada libertação de energia, sendo consequentemente mais quente, criando convecções mais fortes e consequentemente “criando os seus próprios ventos”? Mais, estas árvores, por norma, secam os solos, têm grande oleosidade e são secas (não costumas de ver por exemplo musgo, etc.). Ao contrário dos carvalhos por exemplo. As copas da maior parte das arvores de crescimento rápido, são propensas ao crescimento de mato, não só porque as copas não fecham propriamente e permitem a entrada de muitos raios de luz, como o que libertam tem pouco valor calórico para os animais irem lá comer as coisinhas, os carvalhos (nem todos, sobreiros e azinheiras são Quercus também), têm copas mais densas e fechadas, as bolotas são uma ótima fonte de alimentação para os animais.
Os solos são mais húmidos e os próprios carvalhos costumam de ter musgo, sendo um atestado à humidade e proteção que criam.
Todas as árvores ardem, parabéns por teres visto carvalhos queimados e teres vindo papaguear como se tivesses descoberto a pólvora.
Põe-te no lugar das populações destas zonas afetadas, pensa que tens a tua família lá e o que preferias ter à tua volta, eu sei o que queria à minha.
Acho que a principal causa é o fogo.