>Na visão da ministra da tutela, o primeiro desses sinais é o **nível salarial**. “Portugal não pode continuar a ser competitivo quando o **salário médio bruto é inferior em 35% à média europeia**“
Alguem me explica como a solução para este problema é acabar com o travao do outsourcing, aumentar o numero de contratos a prazo e o regresso do banco de horas individual?
lol
josefinoz on
Com uma economia baseada no turismo não se pode esperar muito.
Earth-Tiny on
Esta senhora é demente, só pode. Aliás, todo este governo é péssimo
sjbs123 on
Isto é basicamente o governo a fazer o jeito aos empresários que já pagam pouco e ainda acham que têm pouca “flexibilidade”.
Escolhem os “sinais de alerta” que lhes convêm – salários baixos, produtividade e desemprego jovem – mas esquecem tudo o resto: precariedade, má gestão, falta de investimento e empresas que vivem de trabalho barato.
Depois vendem isto como “reforma moderna”, quando na prática é só mais outsourcing, mais contratos a prazo e mais precariedade.
Não é modernização nenhuma, é o regresso ao velho truque: cortar direitos e chamar-lhe eficiência.
Produtividade não se aumenta com trabalhadores a saltar de contrato em contrato. Aumenta-se valorizando quem produz.
4 commenti
>Na visão da ministra da tutela, o primeiro desses sinais é o **nível salarial**. “Portugal não pode continuar a ser competitivo quando o **salário médio bruto é inferior em 35% à média europeia**“
Alguem me explica como a solução para este problema é acabar com o travao do outsourcing, aumentar o numero de contratos a prazo e o regresso do banco de horas individual?
lol
Com uma economia baseada no turismo não se pode esperar muito.
Esta senhora é demente, só pode. Aliás, todo este governo é péssimo
Isto é basicamente o governo a fazer o jeito aos empresários que já pagam pouco e ainda acham que têm pouca “flexibilidade”.
Escolhem os “sinais de alerta” que lhes convêm – salários baixos, produtividade e desemprego jovem – mas esquecem tudo o resto: precariedade, má gestão, falta de investimento e empresas que vivem de trabalho barato.
Depois vendem isto como “reforma moderna”, quando na prática é só mais outsourcing, mais contratos a prazo e mais precariedade.
Não é modernização nenhuma, é o regresso ao velho truque: cortar direitos e chamar-lhe eficiência.
Produtividade não se aumenta com trabalhadores a saltar de contrato em contrato. Aumenta-se valorizando quem produz.