Alguém lhes diga que estamos com falta de profissionais em várias áreas públicas, eles não devem ver noticiários.
ChaosPot on
Primeiro cortar burocracia desnecessária. Depois despedir metade da função pública
gazing_the_sea on
Temos cada vez mais funcionários, cada vez piores serviços.
É preciso melhor imenso os serviços e não contratar por contratar
dcmso on
O “quem paga amendoins, recebe macacos” não se aplica só ao privado…
Dna_boy on
Toda a gente sabe que a qualidade vê-se é na miséria das pessoas.
josefinoz on
Uma melhor gestão dos serviço fazia toda a diferença e uma reestruturação de alguns organismos temos entidades a mais e algumas praticamente com as mesmas funções.
Atumemagua on
Ainda não percebi pq não trabalham por turnos, uma pessoa quer ir depois das 16h para fazer um cv tem de tirar o dia de férias…
materpcteco on
Deviam permitir avaliar o desempenho de modo a incentivar a produtividade. Sei de muitos casos que já não sequer trabalhar porque sabem que não vão ser nunca despedidos.
znk10 on
Contratar funcionários públicos, todos contratam por razões eleitoralistas, mas depois despedi-los é impossível, Passos Coelho bem tentou, mas despedir FP é inconstitucional em Portugal.
Portugal é dos Países da UE que mais percentagem do PIB gasta em funcionários públicos:
– temos entidades a mais com serviços redundantes, que se sobrepõem ou que simplesmente não fazem sentido.
– há falta de funcionários em certas áreas da função pública. quando os organismos se tornam redundantes ou duplicados, em vez de contratar mais e manter os redundantes deviam ser criados programas de canalização para outros organismos, áreas, funções, etc.
– há falta de avaliação e de controlo.
– há falta de digitalização.
Basicamente, faz falta uma limpeza de alto a baixo, com simplificações de processos, reorganização da força laboral e uma reforma grande e necessária há muito.
12 commenti
Alguém lhes diga que estamos com falta de profissionais em várias áreas públicas, eles não devem ver noticiários.
Primeiro cortar burocracia desnecessária. Depois despedir metade da função pública
Temos cada vez mais funcionários, cada vez piores serviços.
É preciso melhor imenso os serviços e não contratar por contratar
O “quem paga amendoins, recebe macacos” não se aplica só ao privado…
Toda a gente sabe que a qualidade vê-se é na miséria das pessoas.
Uma melhor gestão dos serviço fazia toda a diferença e uma reestruturação de alguns organismos temos entidades a mais e algumas praticamente com as mesmas funções.
Ainda não percebi pq não trabalham por turnos, uma pessoa quer ir depois das 16h para fazer um cv tem de tirar o dia de férias…
Deviam permitir avaliar o desempenho de modo a incentivar a produtividade. Sei de muitos casos que já não sequer trabalhar porque sabem que não vão ser nunca despedidos.
Contratar funcionários públicos, todos contratam por razões eleitoralistas, mas depois despedi-los é impossível, Passos Coelho bem tentou, mas despedir FP é inconstitucional em Portugal.
Portugal é dos Países da UE que mais percentagem do PIB gasta em funcionários públicos:
https://eco.sapo.pt/2022/05/23/portugal-gasta-mais-do-que-a-europa-a-pagar-salarios-da-funcao-publica/
100% de acordo!
– temos entidades a mais com serviços redundantes, que se sobrepõem ou que simplesmente não fazem sentido.
– há falta de funcionários em certas áreas da função pública. quando os organismos se tornam redundantes ou duplicados, em vez de contratar mais e manter os redundantes deviam ser criados programas de canalização para outros organismos, áreas, funções, etc.
– há falta de avaliação e de controlo.
– há falta de digitalização.
Basicamente, faz falta uma limpeza de alto a baixo, com simplificações de processos, reorganização da força laboral e uma reforma grande e necessária há muito.
Portugal tem **mais de 100 000** funcionários públicos (+16,2%) que[ em 2015](https://www.dgaep.gov.pt/index.cfm?OBJID=ECA5D4CB-42B8-4692-A96C-8AAD63010A54) — constituem, atualmente, 14,5% dos [trabalhadores](https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=706224046&DESTAQUESmodo=2).
Às vezes, compara-se essa percentagem com [outros países](https://www.oecd.org/en/publications/government-at-a-glance-2025_0efd0bcd-en/full-report/employment-in-general-government_dafcfac5.html#title-9af50893a0), mas já vi quem dissesse que nem todos usam a mesma métrica e que, por exemplo, Portugal não incluiria os funcionários nas empresas que detém (ex: TAP).