“Una mostruosità.” La Scuola Internazionale di Aljezur chiude obbligatoriamente “senza preavviso”

    https://cnnportugal.iol.pt/escola/escola-internacional-de-aljezur/uma-monstruosidade-escola-internacional-de-aljezur-encerrada-compulsivamente-sem-aviso-previo/20251029/69011db6d34e58bc67976a97

    di IntroductionNeat2746

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    3 commenti

    1. Depois de ler o conteúdo, a situação é lamentável para os alunos.

      Tendo em conta que isto já se arrasta desde 2019, parecia ser algo inevitável, o ministério da educação podia ter alinhado o encerramento com o final das aulas do ano anterior de forma a facilitar a transferência dos alunos.

    2. reileaodaspatilhas on

      >> Em causa, terão os responsáveis da Delegação Regional do Algarve da DGEstE (Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares) dito a Sílvia Catarino, estavam alterações na legislação sobre os edifícios escolares que exigiam “um pé-direito mais elevado do que aquele que têm as nossas salas”.

      A solução óbvia é fechar a escola e transferir os alunos para as escolas da proximidade onde provavelmente vai chover dentro das salas neste inverno. É nisto que dá meter pessoas incompetentes em cargos de direção

    3. Já tinha visto a reportagem e o debate no NOW sobre isto e no final a conclusão que se tira é que isto foi uma aldrabisse com a conivência de todos.

      A escola nunca teve homologação oficial do Ministério. O facto de ter sido atribuido um número de escola foi o suficiente para a diretora da escola assumir que era a homologação oficial. Quer na reportagem quer no debate a diretora não apresentou qualquer documentação ou comunicação a confirmar a homologação.

      Mas os pais também têm culpa porque não se preocuparam em saber se o curriculo tinha equivalência. E mesmo no caso do aluno da reportagem o pai só no final do secundário é que se preocupou em saber se o curriculo tinha equivalência.

      Não será por acaso que a grande maioria dos alunos quando chegou ao secundário pediu transferência para outra escola e os que concluiram o secundário foram quase todos estudar para fora.

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