Marcelo: “Non esistono portoghesi puri, esistono portoghesi diversi, nella loro ricchezza culturale”

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    di Castro_Laboreiro

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    15 commenti

    1. Ready-Pirate3328 on

      D. Afonso Henriques teria vergonha do Marcelo, sempre a relembrar que o fundador de Portugal era filho de um francês…

    2. utilizador2021 on

      Acho isto é facto que devia ser do conhecimento de toda a gente.

    3. BudgetAltruistic6320 on

      É difícil haver aqui porque o clima não ajuda. Mas cubanos puros são sem dúvida os melhores

    4. Furia_Ideal on

      Nem 8 nem 80. Só diz merda este Marcelo. Não existe povos puros, mas existe culturas, história, tradição e costumes portugueses que têm de ser preservados e mantidos. E não é com a descaracterização do povo português que isso vai acontecer.

      Marcelo é fácil de falar lá na bolha onde vives, vem para o centro de Odivelas morar, ver se és assim tão bom, se recebes todos de braços abertos.

      Quando vivemos na alta sociedade e os emigrantes só os vês quando te limpam a casa ou servem à mesa, parece tudo lindo, mas não é.

      Vai para casa, não mandas uma para a caixa. E no caminho não te esqueças de doar o teu dinheiro todo a Angola ou Guiné como compensação pelo tempo colonial

    5. always_somewhere_ on

      E há portugueses que estão a dever anos à cova mas que ainda andam cá a dizer merda.

    6. -LoboMau on

      Sim, há portugueses “diversos”, e há portugueses que nasceram em Portugal, criados numa casa portuguesa, por pais que nasceram em Portugal, também criados numa casa portuguesa. Há portugueses que cresceram em casas de onde não fez parte a cultura, nem costumes nem línguas de mais nenhuma nação que não a de portugal.

      Há claramente portugueses cuja etnia é própria de Portugal, e nenhum outro país pode reclamá-la. Há claramente Portugueses que falam uma língua e têm costumes que são próprios de Portugal. Se os chamas de “puros” ou “impuros”, é irrelevante, e parece-me uma manobra desonesta para subverter toda uma etnia que, na realidade, existe, e não deixou de existir só porque há 10 anos que está em processo de diluição rápida.

      Eu não sou minimamente diverso. Não me auto-proclamo “puro”, tal como nunca vi ninguém fazê-lo, mas o que é que há assim de tão diverso em mim? Caucasiano, português nativo, criado sob costumes próprios deste pedaço de terra, numa casa onde toda a gente partilha destas mesmas características. O Marcelo claramente não se refere a mim quando diz “portugueses diversos”. Quer dizer, posso até ser diverso em muitos aspetos, mas certamente não no sentido de eu ser uma mescla de diversas etnias.

    7. lionsbaster on

      não sei de onde vieram os tugas com o sentido puritano, até parece que n conseguem ver a cor da pele dos tugas.

      nem parece que metade do pais chama de marroquinos à outra metade nem nada…

      cambada de cromos

    8. SILE3NCE on

      Não há [INSERIR OBJETO] puro/a/os/as, há [INSERIR OBJETO] diversos.

      Fica aqui o layout para aqueles que vierem depois.

    9. Antique_Country_2977 on

      inchem e não guinchem, direito de orgulho na sua genética está reservado aos países não ocidentais.

    10. Affectionate_Knee_91 on

      Marcelo a tentar desenquadrar as queixas das pessoas. Certamente existirão algumas pessoas que se queixam disso mas, obviamente que a queixa da maior parte das pessoas não têm nada a haver com raças ou purezas, mas sim a choques culturais.

      Ou seja, o problema não sao raças mas a importação de grandes quantidades de pessoas com culturas que entram em choque com a nossa. Isto, obviamente que cria problemas na integração… principalmente se for feita sem qualquer tipo de peso ou medida ou estratégia de integração.

    11. Sim, mas por essa lógica ninguém é “puro”: nem os japoneses, nem os britânicos, nem os aborígenes da Austrália.
      A questão é quando pintam os portugueses como especialmente miscigenados, o que não é cientificamente correto. Nos últimos 3000 anos, só os celtas alteraram significativamente a demografia portuguesa. Romanos, visigodos e mouros ficaram basicamente como elite governante.
      Se desde 500 a.C. somos praticamente o mesmo povo em termos de ADN, não é à toa que aparecemos como um grupo distinto em estudos genéticos.

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