> Centro Jurídico do Estado teve de produzir parecer em quatro dias sem ter tido acesso ao processo da Autoridade para a Transparência. Aviso dos juristas sobre prazo de recurso caiu em saco roto.
>
> O primeiro-ministro socorreu-se dos serviços jurídicos do Estado para tentar vencer a disputa que o opôs à Entidade para a Transparência no caso Spinumviva e que acabou por perder. Porém, os juristas tiveram de emitir parecer sobre o caso sem conhecerem sequer o processo: o que lhes foi pedido pelo gabinete de Luís Montenegro foi que respondessem, com carácter de urgência, a algumas perguntas genéricas sobre as obrigações declarativas que aquela entidade independente podia ou não exigir ao chefe do Governo.
>
> Também ignoravam que corriam contra o tempo: o prazo que Montenegro tinha para contestar a decisão da Entidade para a Transparência (EpT), que o obrigava a tornar públicos os clientes da Spinumviva, esgotava-se a 28 de Abril de 2025. Mas também disso os juristas não foram informados, tendo Montenegro inclusivamente pedido mais um parecer já depois desta data. E, apesar de ter dado um prazo curtíssimo aos serviços para se pronunciarem, acabou por só entregar o recurso contra a EpT no Tribunal Constitucional a 2 de Junho, mais de um mês depois do fim do prazo.
>
> Em causa estava, entre outras questões, a exigência da EpT de que Luís Montenegro identificasse, na declaração que todos os titulares de cargos públicos têm de lhe apresentar, quais eram os clientes da Spinumviva e que serviços lhes tinha prestado a consultora. Segundo a lei, essa obrigação declarativa incide sobre “actividades susceptíveis de gerar incompatibilidades e impedimentos”. Ora Luís Montenegro entende que nunca teve, enquanto deputado ou enquanto primeiro-ministro, capacidade decisória nas áreas de actividade das empresas que recorreram aos serviços da Spinumviva que justificassem a divulgação dos nomes destas firmas – apesar de já ter vindo a público revelar a identidade de várias delas.
tretafp on
Luís Montenegro: “Nunca ninguém foi tão transparente como eu”.
benito_juarez420 on
Seguro tem que dissolver a AR assim que possa. Este canalha não pode continuar como PM.
thejaggednobody on
Bom momento para recordar que quando esta história começou a empresa supostamente apenas servia para gerir meia dúzia de pequenas propriedades rurais herdadas que só tinham valor sentimental.
PussyPusLicker on
Se fosse do PS, já estavam aqui as trupes cómicas dos partidos de bem a montar um cadafalso.
Como é do PSD, eMpReEnDeDoRiSmO.
luis1983tiago on
Jasus, estou mesmo admirado…
i_no_can_eat on
É deixar o Luís trabalhar.
Mastussopingado on
Ainda ninguém veio escrever “mas o Sócrates!”? Estranho.
Iasalvador on
Lol só está no lugar enquanto ninguém tentar virar muitas pedras
Esperamos que a destruição interna e mostrar o que realmente são impeça o chega de ser o mais votado
Que mundo….
Initial-Composer7723 on
Fogo pá, tanta transparência e só oculta coisas, mete-os a fazer aquilo que não é o seu trabalho e no final nem sequer lhes ofereceu uns spins grátis da Luavermelha? Não se admite senhor Montemerda.
Stunning_Disk_5345 on
O Luís é um trabalhador nato…atrás dos holofotes.
riscas on
Mas onde está a surpresa ?
Qualquer um com meia dúzia de neurónios já percebeu que ele está a fazer tudo para ocultar a realidade da empresa porque sabe que não vai ficar bem na foto final.
Salvaguardadas as grandes distâncias é como o Trump com os ficheiros Epstein: mentir, chutar para canto, esconder, tudo serve para que não se saiba a verdade.
Mas o carácter dele sempre foi este e grande parte de nós votou nele. Temos o que queremos.
1tonsoprano on
So much corruption 😭
TheDudeFromPT on
Vejam bem aquela cara… não vão encontrar uma cara mais confiável!
Highland_Owl_00s on
Este camarada só não é o Sócrates do PSD porque em 2025 é muito mais difícil conseguir aquele controlo gigantesco do Estado.
Castro_Laboreiro on
duplicado, apaga la o post, eu coloquei 1º
bluejeans776 on
Saquei da minha pokébola para apanhar um pikachu, mas parece que o gajo não anda por aqui. Alguém o viu?
17 commenti
> Centro Jurídico do Estado teve de produzir parecer em quatro dias sem ter tido acesso ao processo da Autoridade para a Transparência. Aviso dos juristas sobre prazo de recurso caiu em saco roto.
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> O primeiro-ministro socorreu-se dos serviços jurídicos do Estado para tentar vencer a disputa que o opôs à Entidade para a Transparência no caso Spinumviva e que acabou por perder. Porém, os juristas tiveram de emitir parecer sobre o caso sem conhecerem sequer o processo: o que lhes foi pedido pelo gabinete de Luís Montenegro foi que respondessem, com carácter de urgência, a algumas perguntas genéricas sobre as obrigações declarativas que aquela entidade independente podia ou não exigir ao chefe do Governo.
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> Também ignoravam que corriam contra o tempo: o prazo que Montenegro tinha para contestar a decisão da Entidade para a Transparência (EpT), que o obrigava a tornar públicos os clientes da Spinumviva, esgotava-se a 28 de Abril de 2025. Mas também disso os juristas não foram informados, tendo Montenegro inclusivamente pedido mais um parecer já depois desta data. E, apesar de ter dado um prazo curtíssimo aos serviços para se pronunciarem, acabou por só entregar o recurso contra a EpT no Tribunal Constitucional a 2 de Junho, mais de um mês depois do fim do prazo.
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> Em causa estava, entre outras questões, a exigência da EpT de que Luís Montenegro identificasse, na declaração que todos os titulares de cargos públicos têm de lhe apresentar, quais eram os clientes da Spinumviva e que serviços lhes tinha prestado a consultora. Segundo a lei, essa obrigação declarativa incide sobre “actividades susceptíveis de gerar incompatibilidades e impedimentos”. Ora Luís Montenegro entende que nunca teve, enquanto deputado ou enquanto primeiro-ministro, capacidade decisória nas áreas de actividade das empresas que recorreram aos serviços da Spinumviva que justificassem a divulgação dos nomes destas firmas – apesar de já ter vindo a público revelar a identidade de várias delas.
Luís Montenegro: “Nunca ninguém foi tão transparente como eu”.
Seguro tem que dissolver a AR assim que possa. Este canalha não pode continuar como PM.
Bom momento para recordar que quando esta história começou a empresa supostamente apenas servia para gerir meia dúzia de pequenas propriedades rurais herdadas que só tinham valor sentimental.
Se fosse do PS, já estavam aqui as trupes cómicas dos partidos de bem a montar um cadafalso.
Como é do PSD, eMpReEnDeDoRiSmO.
Jasus, estou mesmo admirado…
É deixar o Luís trabalhar.
Ainda ninguém veio escrever “mas o Sócrates!”? Estranho.
Lol só está no lugar enquanto ninguém tentar virar muitas pedras
Esperamos que a destruição interna e mostrar o que realmente são impeça o chega de ser o mais votado
Que mundo….
Fogo pá, tanta transparência e só oculta coisas, mete-os a fazer aquilo que não é o seu trabalho e no final nem sequer lhes ofereceu uns spins grátis da Luavermelha? Não se admite senhor Montemerda.
O Luís é um trabalhador nato…atrás dos holofotes.
Mas onde está a surpresa ?
Qualquer um com meia dúzia de neurónios já percebeu que ele está a fazer tudo para ocultar a realidade da empresa porque sabe que não vai ficar bem na foto final.
Salvaguardadas as grandes distâncias é como o Trump com os ficheiros Epstein: mentir, chutar para canto, esconder, tudo serve para que não se saiba a verdade.
Mas o carácter dele sempre foi este e grande parte de nós votou nele. Temos o que queremos.
So much corruption 😭
Vejam bem aquela cara… não vão encontrar uma cara mais confiável!
Este camarada só não é o Sócrates do PSD porque em 2025 é muito mais difícil conseguir aquele controlo gigantesco do Estado.
duplicado, apaga la o post, eu coloquei 1º
Saquei da minha pokébola para apanhar um pikachu, mas parece que o gajo não anda por aqui. Alguém o viu?