L’Assemblea Generale delle Nazioni Unite dichiara il traffico di schiavi “il crimine più grave contro l’umanità”. Il Portogallo si è astenuto

    https://expresso.pt/internacional/2026-03-25-assembleia-geral-da-onu-declara-trafico-de-escravos-crime-mais-grave-contra-humanidade.-portugal-absteve-se-a24ea243?utm_source=site&utm_medium=share&utm_campaign=url

    di FernaoMendesMinto

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    14 commenti

    1. erexcalibur on

      Este tipo de votos são feitos de propósito para haver este tipo de notícias com palavreado extremamente seletivo.

      O voto não era sobre o tráfico de escravos **em geral**, quer histórico, quer atual, mas sim, especificamente sobre o tráfico transatlântico de escravos que houve na era do colonialismo europeu.

      Vai-se a ver e há países onde a escravidão ainda é atualmente praticada através de esquemas (como a famosa apreensão de passaportes) que votaram a favor (Arábia Saudita, Emirados).

    2. hapad53774 on

      >também o **Brasil** e Timor-Leste votaram a favor.

      O Brasil, enquanto último país do hemisfério a abolir a escravatura, acha que devia pagar ou receber reparações?

    3. Pergunto-me qual é o objetivo de um voto de caráter histórico?

      Principalmente quando existem membros da ONU onde atualmente se pratica escravatura, apesar de não ser legal.

    4. Imjusthonest2024 on

      Devia ser um dia lento lá na ONU… Qual é o objetivo desta parvoíce?

    5. Glum-Football-5220 on

      Que título da treta, t+ipico da desinformação a que estamos habituados pelos nossos ~~jornalistas~~ ideologos.

      Ainda mais estranho do que países que literalmente lucraram com a venda dos seus cidadãos para a a escravatura, são países com escravatura moderna a pedir reparações pela escravatura

    6. zefo_dias on

      Sempre à procura de teta, mas a falta de tomates para mandar esta malta pastar vai alimentando isto… e seria hilariante se nao fosse deprimente.

    7. YellowAggravating172 on

      Não finjam que era um mero voto de condenação da escravatura, quando na resolução achava-se também compreendido isto tudo:

      >Pede medidas de restituição, compensação, reabilitação, satisfação, garantias de não repetição e alterações às leis, programas e serviços para combater o racismo e a discriminação sistémica.

      >Apela à restituição imediata e sem entraves dos bens culturais, objetos de arte, monumentos, peças de museu, artefactos, manuscritos e documentos, e arquivos nacionais que tenham valor espiritual, histórico, cultural ou de outra natureza para os países de origem, sem custos.

      E além disto, “crime mais grave contra a humanidade”? Agora a ONU tornou-se o palco para as nações poderem jogar aos olímpicos do sofrimento? Todos os outros tráficos de escravos, genocídios, guerras de todo o tipo, são agora legalmente considerados crimes menores?

      E não esquecer que muitos dos países que votaram a favor desta resolução praticam ainda formas modernas de escravatura, em muito superiores aos números que aqui condenam.

    8. Glass-Depth-170 on

      A maioria aqui a falar como se isto fosse história longínqua, e isso só evidencia a falta de noção. A esmagadora maioria dos portugueses de origem africana atualmente vivos tem pais ou avós que estiveram sujeitos a trabalho forçado para patrões portugueses que enriqueceram à sua custa. Não estamos a falar de Roma. Estamos a falar de há 50 anos.

    9. Almoinho98 on

      Mais culture wars de merda para nao se falar do facto do Elon Musk ter maior riqueza do que 50% da população mundial

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