
La microimpresa dietro il caos degli esami nazionali che ha aperto una crisi di fiducia nel sistema
https://eco.sapo.pt/especiais/a-microempresa-por-tras-do-caos-nos-exames-nacionais-que-abriu-uma-crise-de-confianca-no-sistema
di Late_Material_5084
13 commenti
Como assim uma empresa de marketing digital não é capaz de fazer o que uma Glintt ou Critical deviam ter feito pelo grau de importância da tarefa?
Artigos com este título desviam a atenção dos verdadeiros culpados deste fiasco todo – o governo.
> Plataforma de Processamento e Tratamento, desenvolvida internamente pelo EduQA (o “chapéu” institucional que passou a integrar o IAVE), é responsável pela receção dos ficheiros digitalizados, pelo seu processamento e pela distribuição das respostas pelos professores classificadores. Foi aqui que ocorreram as principais falhas: além de erros de programação na distribuição das respostas, incluindo folhas de continuação cortadas e distribuição incorreta de itens, a Deloitte, [chamada de urgência](https://rr.pt/noticia/pais/2026/07/06/digitalizacao-dos-exames-deloitte-chamada-para-dar-apoio-tecnico-e-monitorizar/477320/) para apoiar o processo, identificou também uma falha de segurança que obrigou à suspensão temporária da plataforma.
Ou seja, o que foi feito em casa ainda foi uma maior borrada que a que foi adjudicada para fora? Afinal o caos vem de onde?
Não se percebe como um país que forma tanto informático consegue proezas destas – deve ser da quantidade de quilómetros que fazem por mês… ficam muito cansados depois nem pensam direito.
Deve ir um negócio por trás desta empresa e do governo… alguém que conheça o mercado acredita que um software para se fazer isto, e com esta importância, custaria só 50 mil euros?
Eco a tentar fazer favores ao governo.
Apesar dessa empresa, o problema maior nem foi aí, foi no outro sistema que teoricamente foi desenvolvido internamente.
E estou a cagar-me para a empresa, eu só voto no governo e esse é que decidiu avançar com isto apesar dos maus resultados do ano passado, apesar dos diversos avisos e apesar dos despedimentos de quem percebia do processo.
Proponho rebranding para Blyat
Quando se põe um liberalóide à frente de um processo sério em que o resultado implica custos só se pode esperar que dê merda. Não têm o conceito de serviço público, apenas de resultados financeiros. E este nem aí conseguiu ser bem sucedido, o barato saiu-nos caro.
O onus da culpa cai sobre a escolha
É um clássico português, uma empresa de vão de escada contratada para funções importantes faz cagada. Ao menos não é como a outra empresa de manutenção que causou a morte de pessoas no elevador da Glória.
Mas é o espelho dos compadrios junto do poder central e autárquico.
Isto cheira tanto a vibe coded
>Uma agência criativa de 14 pessoas com ligações ao PSD gere o motor informático das escolas.
Foi o PS que em 2023 escolheu esta empresa para a reforma da digitalização da classificação dos exames. E o PS ia escolher uma empresa controlada por elementos do PSD?
>O capital social, de pouco mais de 11 mil euros reparte-se entre André Valente Carmona Fernandes (53,99%), Eduardo Assunção Passos (35,99%) e duas sócias com 5% cada: Inês Valente Fernandes e Inês Filipa Ramalhete Catarino. É precisamente esta última sócia que estabelece a ponte entre a Blat e o PSD.
**Ah espera afinal a única ligação da empresa ao PSD é uma sócia com 5%… Se calhar convinha ver quais as ligações dos sócios que representam 95%**, provavelmente está aí a explicação para a escolha do governo PS ter recaído nesta empresa. Mas isso já não interessava à narrativa do Eco.
o paleio deve ter sido todo na base do “vamos usar AI, é o mais moderno e trendy e vamos economizar rios de dinheiro, vão ver, vibe coding é o futuro!”
Como assim uma empresa que até 2014 se chamava Miguel & Fernandes, Cabeleireiro LDA falhou redondamente na criação deste sistema?