>O Tribunal de Braga está a julgar 12 pessoas, pelo crime de prevaricação, entre as quais o ex-presidente da Câmara de Amares, José Barbosa, a ex-vereadora, Sara Leite, ambos do PS – bem como quatro técnicos do Município e seis gestores de empresa. Os arguidos negam os crimes.
>A acusação diz que os dois ex-autarcas atuaram em acordo com os técnicos João Ferreira, Rodrigo Oliveira, José Pinto da Costa, e Cidália Silva Antunes, os quais eram membros dos júris que atribuíram, de forma irregular, a compra de bens e serviços, a um grupo de empresas geridas por José Ramalho, Ernesto Brito, Manuel Ramalho, António Ramalho, Cândido Mendes e Amaral Carvalho.
>Em causa estão 19 ajustes diretos, feitos entre 2010 e 2013, ao mesmo grupo de empresas, de nome Setelin, de compra de mobiliário para a Biblioteca Municipal e para fornecimentos de serviços de modernização administrativa e de formação, que terão lesado os cofres públicos em quase um milhão de euros. Verba que terão de devolver ao Estado.
>A acusação quer, ainda, que os dois ex-autarcas e os quatro técnicos sejam proibidos de exercer a função e os seis empresários, proibidos de exercer a atividade.
FinancialLemonade on
O pessoal fala da corrupção do governo Central (e com razão) mas ao nível local ainda são piores
besmarques on
É sempre a mesma putaria e compadrio.
Vai de cima a baixo
trilobits_ on
Há quem lhe chame muita coisa, mas eu chamo-lhe meritocracia… /s
pedroxaxaxa on
Se fosse do Chega abria telejornais, como são do PS , é um processo como outro qualquer 😎
5 commenti
>O Tribunal de Braga está a julgar 12 pessoas, pelo crime de prevaricação, entre as quais o ex-presidente da Câmara de Amares, José Barbosa, a ex-vereadora, Sara Leite, ambos do PS – bem como quatro técnicos do Município e seis gestores de empresa. Os arguidos negam os crimes.
>A acusação diz que os dois ex-autarcas atuaram em acordo com os técnicos João Ferreira, Rodrigo Oliveira, José Pinto da Costa, e Cidália Silva Antunes, os quais eram membros dos júris que atribuíram, de forma irregular, a compra de bens e serviços, a um grupo de empresas geridas por José Ramalho, Ernesto Brito, Manuel Ramalho, António Ramalho, Cândido Mendes e Amaral Carvalho.
>Em causa estão 19 ajustes diretos, feitos entre 2010 e 2013, ao mesmo grupo de empresas, de nome Setelin, de compra de mobiliário para a Biblioteca Municipal e para fornecimentos de serviços de modernização administrativa e de formação, que terão lesado os cofres públicos em quase um milhão de euros. Verba que terão de devolver ao Estado.
>A acusação quer, ainda, que os dois ex-autarcas e os quatro técnicos sejam proibidos de exercer a função e os seis empresários, proibidos de exercer a atividade.
O pessoal fala da corrupção do governo Central (e com razão) mas ao nível local ainda são piores
É sempre a mesma putaria e compadrio.
Vai de cima a baixo
Há quem lhe chame muita coisa, mas eu chamo-lhe meritocracia… /s
Se fosse do Chega abria telejornais, como são do PS , é um processo como outro qualquer 😎