Share.

    16 commenti

    1. audide2012 on

      O que é que vem a seguir? Serviço em que podemos filtrar por idades ou nacionalidades? E será que a moda vai chegar a outros transportes? Vamos ter carruagens nos comboios segregadas?

    2. SpyKeyCactus on

      Não houve uma app que não avançou por causa disto mm?

    3. AgitatedHair8120 on

      Nunca fui a favor desta medida, sempre me pareceu uma solução um bocado forçada. No entanto, há cerca de um mês fiz uma viagem pela Bolt (uso muito raramente, este ano ainda não tinha usado) e calhou-me um verdadeiro tarado. Fiz logo a queixa pela app, mas fiquei a pensar: e quem anda nisto regularmente? É triste que se chegue a este ponto, mas mais triste ainda é que tantas mulheres tenham de lidar com isto no dia a dia

    4. saposapot on

      O IMT não é o tribunal constitucional. Aliás, é altamente duvidosa a sua nega ao outro serviço. Este tipo de questões tem de ser resolvida a outro nível, não é o IMT que anda a decidir se isto é constitucional, discriminador ou não.

    5. Cheap-Finish9985 on

      Concordo, sou homem mas há cada tarado. Se fosse gaja tb acabaria a preferir uma.

    6. -jose-ninguem- on

      E quem se identifica como mulher tb está incluido no serviço?

    7. VicenteOlisipo on

      Espera, não houve um tópico sobre isto há tipo 3 horas? Que resposta rápida.

    8. Rumiko_81 on

      Um do li tá – discriminação boa, discriminação má.

      Accionem a opção de só ter motoristas portugueses e vejam a reação do Mamadou Ba, Mariana Mortágua, SOS racismo e afins.

      A discriminação contra homens é aceitada e promovida.

    9. Discriminação por genero não é contra a lei? Que pais de merda

    10. Infamous_Ad9287 on

      Portanto deixam entrar mouros e outros fdp agora as plataformas têm de fazer descriminação , então posso escolher motoristas só mulheres?

    11. A lei é super abstrata em relação a isto. Na lei 14/2008 (transpõe Dir. 2004/113/CE) especifica a proibição de discriminação, mas admite “medidas específicas” para compensar desvantagens (ação positiva) desde que proporcionais. Ou seja, noutras palavras descriminação é ok porque é uma “ação positiva”. Se as plataformas Uber e afins banissem dos seus serviços em concertação esta gente talvez já fosse considerada uma “ação negativa”. Normalmente a ação positiva foi definida como uma forma de garantir maior equilíbrio de géneros em profissões normalmente dominadas por homens, neste caso o problema não é dos homens em geral mas em específico. As plataformas TVDE tomam esta decisão como sendo a mais “popular” e a que menos os afecta. No entanto e na minha interpretação a lei não está a ser cumprida visto que descrimina quem procura um condutor do sexo masculino por argumento semelhante. Ou seja, esta alteração de facto descrimina de forma negativa os passageiros que não sintam confiança em mulheres por razões semelhantes ás opostas.

      Além disso esta funcionalidade não endereça de forma alguma a raiz do problema em que condutores to TVDE são permitidos na plataforma mesmo que indiciem comportamentos predatoriais. Como ponto de comparação seria equivalente a proibir certas pessoas de frequentar zonas frequentadas por predadores sexuais.

    Leave A Reply