O preço dos toldos por mim dispensava a regulação, mas gostei do “café, água ou sandes” que ela refere.
reileaodaspatilhas on
Ah sim café , esse bem de primeira necessidade
Appropriate_Crab_618 on
Muito bem. Comida e bebida na praia são coisas essências, e não pode ser deixada ao mercado a definição do preço.
Dangerous-Cookie-618 on
Um Governo de direita a interferir com o mercado e a limitar preços?
What a time to be alive.
SunOk2142 on
No outro dia no Tamariz, paguei por um cachorro e duas colas, a módica quantia de €20, quase nada, mas o puto tinha fome, e não podemos deixar os filhos sem comer.
zalkier on
Espera… vocês compram coisas na praia?
Piadas à parte, acho que só mesmo a bola de berlim lá de tempos a tempos.
DuuhEazy on
Que estupidez
Sokomo_Kudyome on
Vai dar certo, confia.
Zozotcha on
Próxima medida: nacionalização do comércio da bola de berlim.
Admirable-Cell-2658 on
A bola de Berlim importa para a ministra porque esse pessoal que vende não pode nada, agora limitar que os fundos imobiliários façam rios de dinheiro tá quieta que esses tem advogados e um lobby muito forte!
Maryie on
lol como se regular os preços dos gelados e dos cafés ajudasse alguém. . .
rDmT93 on
Se pagam um valor muito baixo ao Estado, que tal, talvez, aumentar o valor e toda a gente beneficiar e não só os que vão à praia?
Castro_Laboreiro on
vai existir fiscalização?
Mynameisbebopp on
Amigos, não é porque vocês TODOS se lembram de levar comidinha de casa com um plano INFALÍVEL de como ir a praia de A a Z que eu tenho de pagar 7 euros num magnum ou 3 num fino.
Obrigado.
Dpimenta on
Acho bem, é aproveitamento da necessidade das pessoas. Também podiam continuar e limitar o lucro excessivo nos postos de combustível das autoestradas
SploodenProfile on
Um governo de direita a propor limite de preços de bens não essenciais.
Adorei o quote da ministra em que considera que existem bens essenciais na praia. Minha querida, se há bens essenciais para estar na praia, é uma questão de os levar. Se não os quisermos levar, temos de pagar pela conveniência de alguém o ter feito….
numa nota final, isto foi como eu li o quote dela na minha cabeça:
> “bens essenciais, tais como café, água ou sandes, ou lá o que comem os pobrezinhos”
KokishinNeko on
>Maria da Graça Carvalho começou a estudar estas medidas na sequência da ação de fiscalização da Agência Portuguesa do Ambiente
*Maria da Graça Carvalho começou a estudar estas medidas na sequência de uma ida à praia e ter sido chulada forte e feio*
FTFY, de nada.
neapo on
Os ministros vão de férias e acham que estão a pagar demasiado pela bola de berlim e pasteis a esses vendedores ambulantes sanguessugas, há que fode-los… taxar quem fode o Estado consecutivamente em milhões? Não que isso vai gerar desemprego! -_-
poloskiPT on
Esperem até perceberem finalmente que o psd é um governo de centro esquerda 🫨
Fun_Leave4327 on
Isto é um país de malucos, só pode
rui278 on
mas porque raio? Não quer, não compra? Não vejo qual é o objetivo aqui…
VicenteOlisipo on
Forte com os fracos, fraco com os fortes
no_no_no_oh_yes on
Mas alguém leu a notícia? O título é idiota (what else is new). O que acontece é que as concessões são supostamente para dar um “serviço público”. O estado cobra muito pouco. Se as concessões não prestam o tal serviço, o estado regula o serviço. Não me parece um mau princípio, até porque não é propriamente um sector concorrencial em muitos sítios. Não vai regular os vendedores ambulantes.
fusivelLogico on
Acho bem. Se são eles que dão a concessão, têm que haver regras que permitam que o acesso ao espaço público seja para todos e não só para os turistas e ricos. É espaço público.
Podem ter um serviço mais caro mas têm que ser obrigados a praticar preços justos tanto no acesso aos espaços como na venda de bens essenciais. Vender as coisas ao preço que lhes interessa depois de terem a concessão é impedir as pessoas de usufruir dos espaços e separar classes sociais.
lskrew on
“A ministra do Ambiente prepara-se para anunciar, nesta quarta-feira, uma série de medidas com o objetivo de democratizar o acesso a bens essenciais em todas as praias, como toldos, águas, cafés… “O que vamos impor é que estas concessões façam serviço público. Quem as explora paga um valor muito pequeno ao Estado e vamos ser mais exigentes”, explicou a governante à SÁBADO.”
e porque não subir o preço das concessões e usar esse dinheiro para por mais segurança para evitar afogamentos, mais limpeza etc
26 commenti
Nas casas … nada.
O preço dos toldos por mim dispensava a regulação, mas gostei do “café, água ou sandes” que ela refere.
Ah sim café , esse bem de primeira necessidade
Muito bem. Comida e bebida na praia são coisas essências, e não pode ser deixada ao mercado a definição do preço.
Um Governo de direita a interferir com o mercado e a limitar preços?
What a time to be alive.
No outro dia no Tamariz, paguei por um cachorro e duas colas, a módica quantia de €20, quase nada, mas o puto tinha fome, e não podemos deixar os filhos sem comer.
Espera… vocês compram coisas na praia?
Piadas à parte, acho que só mesmo a bola de berlim lá de tempos a tempos.
Que estupidez
Vai dar certo, confia.
Próxima medida: nacionalização do comércio da bola de berlim.
A bola de Berlim importa para a ministra porque esse pessoal que vende não pode nada, agora limitar que os fundos imobiliários façam rios de dinheiro tá quieta que esses tem advogados e um lobby muito forte!
lol como se regular os preços dos gelados e dos cafés ajudasse alguém. . .
Se pagam um valor muito baixo ao Estado, que tal, talvez, aumentar o valor e toda a gente beneficiar e não só os que vão à praia?
vai existir fiscalização?
Amigos, não é porque vocês TODOS se lembram de levar comidinha de casa com um plano INFALÍVEL de como ir a praia de A a Z que eu tenho de pagar 7 euros num magnum ou 3 num fino.
Obrigado.
Acho bem, é aproveitamento da necessidade das pessoas. Também podiam continuar e limitar o lucro excessivo nos postos de combustível das autoestradas
Um governo de direita a propor limite de preços de bens não essenciais.
Adorei o quote da ministra em que considera que existem bens essenciais na praia. Minha querida, se há bens essenciais para estar na praia, é uma questão de os levar. Se não os quisermos levar, temos de pagar pela conveniência de alguém o ter feito….
numa nota final, isto foi como eu li o quote dela na minha cabeça:
> “bens essenciais, tais como café, água ou sandes, ou lá o que comem os pobrezinhos”
>Maria da Graça Carvalho começou a estudar estas medidas na sequência da ação de fiscalização da Agência Portuguesa do Ambiente
*Maria da Graça Carvalho começou a estudar estas medidas na sequência de uma ida à praia e ter sido chulada forte e feio*
FTFY, de nada.
Os ministros vão de férias e acham que estão a pagar demasiado pela bola de berlim e pasteis a esses vendedores ambulantes sanguessugas, há que fode-los… taxar quem fode o Estado consecutivamente em milhões? Não que isso vai gerar desemprego! -_-
Esperem até perceberem finalmente que o psd é um governo de centro esquerda 🫨
Isto é um país de malucos, só pode
mas porque raio? Não quer, não compra? Não vejo qual é o objetivo aqui…
Forte com os fracos, fraco com os fortes
Mas alguém leu a notícia? O título é idiota (what else is new). O que acontece é que as concessões são supostamente para dar um “serviço público”. O estado cobra muito pouco. Se as concessões não prestam o tal serviço, o estado regula o serviço. Não me parece um mau princípio, até porque não é propriamente um sector concorrencial em muitos sítios. Não vai regular os vendedores ambulantes.
Acho bem. Se são eles que dão a concessão, têm que haver regras que permitam que o acesso ao espaço público seja para todos e não só para os turistas e ricos. É espaço público.
Podem ter um serviço mais caro mas têm que ser obrigados a praticar preços justos tanto no acesso aos espaços como na venda de bens essenciais. Vender as coisas ao preço que lhes interessa depois de terem a concessão é impedir as pessoas de usufruir dos espaços e separar classes sociais.
“A ministra do Ambiente prepara-se para anunciar, nesta quarta-feira, uma série de medidas com o objetivo de democratizar o acesso a bens essenciais em todas as praias, como toldos, águas, cafés… “O que vamos impor é que estas concessões façam serviço público. Quem as explora paga um valor muito pequeno ao Estado e vamos ser mais exigentes”, explicou a governante à SÁBADO.”
e porque não subir o preço das concessões e usar esse dinheiro para por mais segurança para evitar afogamentos, mais limpeza etc