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    26 commenti

    1. canalhistoria on

      O preço dos toldos por mim dispensava a regulação, mas gostei do “café, água ou sandes” que ela refere.

    2. Appropriate_Crab_618 on

      Muito bem. Comida e bebida na praia são coisas essências, e não pode ser deixada ao mercado a definição do preço.

    3. Dangerous-Cookie-618 on

      Um Governo de direita a interferir com o mercado e a limitar preços?

      What a time to be alive.

    4. SunOk2142 on

      No outro dia no Tamariz, paguei por um cachorro e duas colas, a módica quantia de €20, quase nada, mas o puto tinha fome, e não podemos deixar os filhos sem comer.

    5. Espera… vocês compram coisas na praia?

      Piadas à parte, acho que só mesmo a bola de berlim lá de tempos a tempos.

    6. Zozotcha on

      Próxima medida: nacionalização do comércio da bola de berlim.

    7. Admirable-Cell-2658 on

      A bola de Berlim importa para a ministra porque esse pessoal que vende não pode nada, agora limitar que os fundos imobiliários façam rios de dinheiro tá quieta que esses tem advogados e um lobby muito forte!

    8. lol como se regular os preços dos gelados e dos cafés ajudasse alguém. . .

    9. Se pagam um valor muito baixo ao Estado, que tal, talvez, aumentar o valor e toda a gente beneficiar e não só os que vão à praia?

    10. Mynameisbebopp on

      Amigos, não é porque vocês TODOS se lembram de levar comidinha de casa com um plano INFALÍVEL de como ir a praia de A a Z que eu tenho de pagar 7 euros num magnum ou 3 num fino.

      Obrigado.

    11. Dpimenta on

      Acho bem, é aproveitamento da necessidade das pessoas. Também podiam continuar e limitar o lucro excessivo nos postos de combustível das autoestradas

    12. SploodenProfile on

      Um governo de direita a propor limite de preços de bens não essenciais.

      Adorei o quote da ministra em que considera que existem bens essenciais na praia. Minha querida, se há bens essenciais para estar na praia, é uma questão de os levar. Se não os quisermos levar, temos de pagar pela conveniência de alguém o ter feito….

      numa nota final, isto foi como eu li o quote dela na minha cabeça:

      > “bens essenciais, tais como café, água ou sandes, ou lá o que comem os pobrezinhos”

    13. KokishinNeko on

      >Maria da Graça Carvalho começou a estudar estas medidas na sequência da ação de fiscalização da Agência Portuguesa do Ambiente

      *Maria da Graça Carvalho começou a estudar estas medidas na sequência de uma ida à praia e ter sido chulada forte e feio*

      FTFY, de nada.

    14. Os ministros vão de férias e acham que estão a pagar demasiado pela bola de berlim e pasteis a esses vendedores ambulantes sanguessugas, há que fode-los… taxar quem fode o Estado consecutivamente em milhões? Não que isso vai gerar desemprego! -_-

    15. poloskiPT on

      Esperem até perceberem finalmente que o psd é um governo de centro esquerda 🫨

    16. mas porque raio? Não quer, não compra? Não vejo qual é o objetivo aqui…

    17. no_no_no_oh_yes on

      Mas alguém leu a notícia? O título é idiota (what else is new). O que acontece é que as concessões são supostamente para dar um “serviço público”. O estado cobra muito pouco. Se as concessões não prestam o tal serviço, o estado regula o serviço. Não me parece um mau princípio, até porque não é propriamente um sector concorrencial em muitos sítios. Não vai regular os vendedores ambulantes.

    18. fusivelLogico on

      Acho bem. Se são eles que dão a concessão, têm que haver regras que permitam que o acesso ao espaço público seja para todos e não só para os turistas e ricos. É espaço público.

      Podem ter um serviço mais caro mas têm que ser obrigados a praticar preços justos tanto no acesso aos espaços como na venda de bens essenciais. Vender as coisas ao preço que lhes interessa depois de terem a concessão é impedir as pessoas de usufruir dos espaços e separar classes sociais.

    19. “A ministra do Ambiente prepara-se para anunciar, nesta quarta-feira, uma série de medidas com o objetivo de democratizar o acesso a bens essenciais em todas as praias, como toldos, águas, cafés… “O que vamos impor é que estas concessões façam serviço público. Quem as explora paga um valor muito pequeno ao Estado e vamos ser mais exigentes”, explicou a governante à SÁBADO.”

      e porque não subir o preço das concessões e usar esse dinheiro para por mais segurança para evitar afogamentos, mais limpeza etc

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