
“Sarebbe una grande battuta d’arresto se l’educazione per la sessualità venisse fuori dalle scuole”, afferma il ministro dell’istruzione
https://www.publico.pt/2025/07/23/sociedade/noticia/retrocesso-enorme-educacao-sexualidade-saisse-escolas-ministro-educacao-2141472?ref=educacao
di uplink42
9 commenti
Onde fica então?
Diz uma coisa e faz outra.
Foi só mais uma polémica criada pela CS, liderada pelo Expresso.
Não sai do currículo a 100% mas reduz a quase nada. Não está a mentir, mas também não é uma declaração de boa fé.
O ministro diz que seria um “retrocesso enorme” retirar a educação sexual das escolas… mas no novo programa em consulta pública não há uma única referência ao tema.
Diziam que queriam “tirar a ideologia do currículo”. Mas isto não é remover ideologia, é redefinir o que se considera “essencial” com base numa visão política específica. Cortam cidadania, igualdade, diversidade e sexualidade — e substituem por empreendedorismo e literacia financeira. Não estão a apagar a ideologia — estão a reposicioná-la, de forma silenciosa e cirúrgica.
Cortar estes assuntos é uma forma eficaz de educar para o silêncio. Afinal, a sexualidade deixou de existir? Ou só deixou de ser importante o suficiente para estar no programa? Talvez estejam à espera que os miúdos aprendam tudo no TikTok.
Gaslighting?
Quem diria, o Expresso a fabricar notícias para gerar indignação e depois esconde tudo atrás de uma paywall?
A profissão de jornalista está pelas ruas da amargura, nem parece que tem de respeitar o código deontológico.
É impressionante como estas desculpas saem imediatamente no dia a seguir… Vê se mesmo que antes das medidas serem tomadas, já está delineada a desculpa a dar quando os esquerdistas esbracejarem e virem chorar para tudo o que é sítio
Isto é fogo de vista.
Na prática a matéria “fica no curriculo” mas como não faz parte das aprendizagens essenciais, não será lecionada a menos que os professores queiram muito e arranjem tempo para dar retirando outras coisas (nem é exigido que os professores saibam dar). Ou seja, não tem coragem de remover “de jure”, mas removem “de facto”.