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    19 commenti

    1. Movykappa on

      Esta capa é complicada, porque não alinha com a propaganda de esquerda de que os imigrantes pagam muita segurança social.

      Infelizmente a segurança social não paga os serviços públicos, e quem recebe o salário mínimo não paga IRS (que sustenta esses serviços), por isso não dá jeito à propaganda falar noutras métricas – como o IRS.

    2. FreddoFroggers on

      antes que comecem com as habituais discussoes partidarias, esquerdalha isto, direitolas aquilo, ou que o jornal nao presta, gostava de entender ate hoje que partido tem propostas para parar esta entrada excessiva de imigrantes

      e nao venham dizer Chega/PSD, porque o que eles estao a propor e contra a “naturalizaçao facil”, que nada afeta quem entra. se olharem bem para as propostas destes partidos, rapidamente percebem que nao tem qualquer medida para controlar o influxo, e ate foi facilitado no governo anterior do Montenegro (a chamada “via verde”)

    3. besmarques on

      “OS IMIGRANTES NAO SE INTEGRAM!!”

      tão, mas temos x nas escolas a aprenderem a portugalidade.

      “OS IMIGRANTES COLAPSAM OS SERVIÇOS!!!!”

    4. Ok_Plant_2996 on

      Obviamente se querem imigrantes para trabalhar, têm de enquadrar as familias, ensino, saúde, etc.

      Supostamente toda esta gente a trabalhar dá uma pipa de massa ao estado, é expectável que os serviços públicos tenham que aumentar a sua capacidade para enquadrar toda esta gente.

      O que se passa é que o estado está a receber agora muito mais com todos estes novos trabalhadores, mas não re-equilibrou os serviços públicos, a tentar evitar mais custos.

      Agora tem mais receitas, mas criou uma crise social que provavelmente resultará numa maior ostracizacao de imigrantes (são as justificações que a extrema-direita precisa), e que eventualmente resultará também numa real maior criminalidade por imigrantes.

      Querem prevenir criminosos, garantir a segurança enquanto aumentam a produtividade e receita do estado? Tratem as pessoas com dignidade. Sejam Portugueses ou imigrantes.

    5. RoughAd4277 on

      A minha namorada está cá a 5 anos a pagar quase 1000 de impostos, ainda falam em aumentar o tempo para ela só ter a nacionalidade em 7 anos ou expulsar os emigrantes. Escumalha são os oligarcas e os patroes a viverem a custa de trabalhadores altamente qualificados, a ganharem o salário minimo ou contratados a recibos verdes. Acordem para a realidade mas é.

    6. Odd_Hovercraft_709 on

      politica agora é imigração, so se fala de merda e não se fala de soluções concretas

    7. jonis_tones on

      Capa alternativa. Redução do investimento per capita colapsa serviços públicos.

    8. poseidon_adventure on

      vieram colapsar um sistema perfeito, sem corrupção, sem desvios de dinheiro, sem bancos falidos salvos pelos portugueses, sem primeiros-ministros que foram presos, sem patrões que sempre quiseram pagar o minimo, sem cunhas para cargos, sem pernas abertas a estrangeiros com dinheiro, sem turismo de massas, sem especulação imobiliária, sem concertação e inflação de preços de grandes grupos económicos

      imigrantes have you said thank you today?

    9. Due_Show_3276 on

      O serviços públicos são uma merda com ou sem estrangeiros, as pessoas trabalham mal.

    10. always_somewhere_ on

      Quem diria que pessoal a ganhar rendimentos mínimos não é o suficiente para sustentar serviços públicos.

    11. Witty_Landscape7465 on

      Com praticamente o mesmo número de alunos e de número de pessoas inscritos com números de utentes de saúde…

    12. Fun_Leave4327 on

      Quem diria que serviços já pouco eficientes iam colapsar aumentando o número de utentes e dimuindo as horas de trabalho de 40 para 35? 

    13. Decent_Persimmon8120 on

      Pois, mas a esquerda e extrema-esquerda não se importou muito com este pequeno grande pormenor quando decide eliminar a maioria da fiscalização e controlo de fronteiras a partir de 2016.

      Em 2015, Portugal encerrava quase por completo a aplicação da austeridade imposta pelo resgate económico iniciado em 2011, e entrava consequentemente numa fase de recuperação e e reinstituição de tudo aquilo que foi cortado ou restringindo. Estamos a falar de coisas como concursos para o setor público para polícias, médicos, enfermeiros, professores, etc que foram cancelados ou diminuídos durante o resgate económico e que levaram em consequência uma diminuição da força laboral nas instituições públicas. É óbvio que durante este tempo, a capacidade de resposta à população nacional e estrangeira residente ficou comprometida e severamente debilitada, e a austeridade era para aliviar aos poucos à medida do crescimento económico caracterizado pelo pós recessão, o que significa que mesmo eliminando a austeridade, seriam necessários vários anos para o país repor o que perdeu durante 4/5 anos de resgate económico.

      Ora, quando António Costa é escolhido como primeiro-ministro e monta a sua Geringonça, decide-se reter o máximo nível de austeridade possível, o que significa um atraso significativo na abertura dos concursos públicos e manutenção dos limites que já estavam impostos nos concursos que não foram cancelados durante o resgate económico, isto fez com que o défice de trabalhadores em instituições públicas como o SNS, Justiça, PSP, GNR, INEM e por aí adiante, se agravasse ano após ano de forma severa. Menos trabalhadores, significa maior degradação dos serviços públicos, e depois a Geringonça decidiu abrir as portas do país a qualquer pessoa, em 8 anos chegámos a quase 2 milhões de imigrantes que carregaram sobre um Estado debilitado cujos serviços públicos já estavam sobre enorme pressão e demonstravam elevada incapacidade de resposta às necessidades da população existente na altura.

      Dito tudo isto, quem no seu perfeito juízo pensou que seria boa ideia em 8 meros anos, deixar cá entrar quase 2 milhões de imigrantes já residentes, quando os serviços públicos já tinham dificuldades a atender à demanda dos que já cá estavam além da população Portuguesa? Chamem-se o que quiserem, mas é por decisões destas que o país está como está, e a política muda como está a mudar, depois admirem-se………

    14. simon132 on

      O título está mal, devia-se ler “Governo deixa serviços públicos colapsar por má gestão e falta de planeamento”

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