
Il prezzo del vino può aumentare il 30% per il consumatore – dnoticias.pt https://www.dnotica
Cosa c’entra il mercato interno con l’aumento (introduzione) dei tassi doganali?!? Abbiamo qualche senso di colpa ?? Vogliono avere una possibile pausa nelle vendite sul mercato statunitense, tutti noi in Portogallo prendiamo in tavola?!? Abbiamo qualche difetto? !! Ciò che i produttori hanno così lanciato … Epah pensano che ci saranno pause negli Stati Uniti, entrambi, o abbassano i margini o mantengono e lasciano che i consumatori/rivenditori riflettano questi tassi nel loro paese … Non abbiamo qui per prendere con questi aumenti solo perché ci sono aumentati tassi per il loro paese. È un’altra scusa di coloro che, dal momento che per alcuni è aumentato, quindi dobbiamo aumentare a tutti gli altri anche se non c’è ragione giustificabile.
O que é que Portugal tem haver com o aumento de taxas alfandegárias nos EUA?!?
byu/onesolo inportugal
di onesolo
7 commenti
tem haver com → [**tem a ver com**](https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/nada-tem-a-haver-e-nada-tem-a-ver/27066)
Realmente, cabrões dos produtores em vez de levarem logo um corte nos rendimentos brutal, amortizam com um aumento interno.
Não dá para entender porque o fazem… /s
Se, à partida, forem vender menos e mantiverem as mesmas despesas, algo tem de acontecer…
Isto, pelo menos, até conseguirem encontrar outros mercados, o que não acontece de um dia para o outro.
Não dá para perceber… se ao menos explicassem o porquê no artigo…
/s
No fundo, o consumidor português não tem culpa nenhuma, mas o mercado funciona como vasos comunicantes.
Se os EUA passam a comprar menos (porque as tarifas encarecem o vinho), sobra produção que precisa de ser escoada. Como os custos fixos para o produtor não desaparecem, muitos tentam compensar a perda aumentando margens noutros lados. E aí, claro, quem paga é o consumidor interno.
É “justo”? Não. É “lógico” do ponto de vista empresarial? Infelizmente, sim.
É muito mais fácil repercutir custos no mercado doméstico, onde já têm distribuição e consumo garantido, do que cortar margens a pique ou encontrar novos mercados do dia para a noite.
Resumindo: não estamos a ser “castigados” diretamente pelas tarifas americanas, mas indiretamente levamos com a fatura. É o típico caso em que a corda parte sempre do lado do consumidor.
Calma. O vinho nunca custou o preço de tabela. Quem compra vinho nas adegas sabe bem, há descontos em cima de descontos..
Isto é só para inglês ver. Tarifas de 30%, logo, o preço aumenta 30% para cobrir as tarifas. Não cá, mas lá.
Agora olham para as tabelas, o preço está 30% mais caro cá, e lá aparenta ficar ao mesmo preço. No entanto, quem compra cá vai à adega e nem metade do preço de tabela paga, e os camónes pagam as tarifas e nem notam.
Eventualmente, o dollar americano vai perder tanto valor, e os produtos abrangidos vão ser tantos, que estas tarifas nada mais são que impostos aplicados à venda…
Os EUA colocam entraves às mercadorias provenientes da UE e Portugal tem como quarto maior destino de exportações os EUA. Poderá ocorrer que a população americana compre menos produtos pois vão ficar mais caros lá para proteger a economia deles.
As empresas portuguesas têm que deixar-se de conice e apostar seriamente na busca de clientes por todo o mundo e não meter os ovos sempre no mesmo cesto. Este tipo de situações são propicias, mas a mentalidade de o sacar todo (em vez de investir em recursos humanos) e a cultura de empurrar com a barriga os problemas, faz com que agora que aparecem os problemas, comecem já a chorar para pedir a mama do Estado como forma de suprir a perda de capital.