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    10 commenti

    1. Sardinha42 on

      > (…) A Carris tinha, até 2007, uma equipa de 24 homens dedicados à manutenção dos ascensores da Glória, do Lavra, da Bica e de Santa Justa, revelou esta sexta-feira o jornal ‘Público’. (…) Durante o turno, eram verificados os cabos: um dos trabalhadores calçava as luvas e deixava deslizar o cabo entre as mãos e contava quando um fio solto picava a luva – se houvesse três ocorrências num metro de cabo, era dada ordem para parar o elevador.

      > **No entanto, a partir do momento em que a Carris contratou a atividade de manutenção externamente, o número de funcionários reduziu-se de 24 para seis pessoas afetas ao trabalho.**

      > (…) entre os funcionários da Carris havia a percepção de que o Elevador da Glória não funcionava na perfeição, sobretudo devido a problemas de sobrecarga. Um dos sintomas era o facto de as cabinas baloiçaram mais do que antigamente e havia um ‘chocalhar’ no funcionamento do elevador. Houve queixas dos guarda-freios sobre as folgas do cabo (…)

      * [webarchive](https://archive.ph/EImjf)

    2. OdiariodeumChad on

      Lá vem o pessoal do PSD dizer que isto é aproveitamento político.

    3. YCaramello on

      > até 2007

      Passos dar um suspiro de alívio.

      Oh pá isto já mete um bocado de nojo das narrativas que praí andam, o raio do elevador já andava a quase duas décadas com seja qual for a equipa e seja qual for o procedimento de inspeção e manutenção, foi um acidente de merda num equipamento que ja tinha o que? Quase 150 anos? A culpa é da física e do azar.

    4. Live-Confection6859 on

      O problema foi quando a Carris passou para a autarquia de Lisboa vinda do Estado. A Carris tem de voltar ao Estado, onde estão o Metro de Lisboa e Carris Metropolitana por exemplo.

    5. TheNewl0gic on

      Mas existe alguma dúvida que a inspeção e manutenção não era a suficiente para impedir o desfecho final …. ?

    6. InRecovering on

      É óptimo ver-se que se continuam a fazer “notícias” com suposições em vez de se esperar que saia o relatório pelas entidades competentes, que pelo menos o que li não detectaram problemas no cabo em si. E o aproveitamento político também tem muito que se lhe diga porque quando os serviços de manuntenção passaram para privados em 2007 o presidente da câmara de Lisboa era o António Costa. Apelar a bom senso nos tempos que correm parece ser pedir muito, mas sinto muito pelas famílias que para além de perderam entes queridos têm depois de assistir a este circo de especulação.

    7. Sandy-Balls on

      Se há coisa que este acidente expõe, é a fraca qualidade do jornalismo em portugal.

      E já agora, depois das 24 horas por dia de manutenção, quantas sobram para a operação do aparelho?

    8. masterpt on

      Pois, aquando da data de tragédia da ponte de entre-os-rios muito se falou e se disse que a ponte era “velha e sem manutenção/reparação” para mais tarde se concluir que as excessivas e abusivas recolhas de areia do rio provocaram a queda da ponte 

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