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    4 commenti

    1. filmes_e_fitas on

      A música não é sexualizada e misógina. As letras é que podem ser.

      Temos de começar a distinguir «música» de «letra» – e constataremos que 99% da música que ouvimos é uma merda (desde o fado até ao «funk» brasileiro). A começar pelo «rap» que não tem música quase nenhuma.

      Boa música compunha o Stravinsky, o Lopes-Graça, o Ravel, o Miles Davis, o Charles Mingus – compositores a sério. As coisas que passam na rádio hoje em dia são só ruído de fundo.

      A mim, preocupa-me mais a pobreza musical do que os disparates que eles para lá dizem. Até podiam estar a cantar sobre plantar couves, desde que a música fosse boa.

    2. Legal-Hunt-93 on

      “Ponho o carro, tiro o carro, há hora que eu quiser
      Que garagem apertadinha, que doçura de mulher
      Tiro cedo e ponho à noite, e às vezes à tardinha
      Estou até mudando o óleo na garagem da vizinha!

      Só que o meu possante carro, tem um bonito atrelado,
      Que eu uso pra vender cocos e ganhar mais um trocado
      A garagem é pequena, o que é que eu faço agora?
      O meu carro fica dentro, os cocos ficam de fora!
      A minha vizinha é boa, da garagem vou cuidar
      Na porta mato cresceu, dei um jeito de cortar!
      A bondade da vizinha, é coisa de outro mundo
      Quando não uso a da frente, uso a garagem do fundo!”

      “Hoje sou homem e arranjei uma cabritinha
      E passo o dia a mamar
      Nos peitinhos da Fofinha

      Eu gosto de mamar
      Nos peitos da Cabritinha

      Eu gosto de mamar
      Nos peitos da cabritinha

      Eu gosto de mamar
      Nos peitos da cabritinha

      Mamo à hora que eu quero porque a cabrita é minha.”

      “Às vezes até à noite
      É de gatas que acabo a falar
      Pode até parecer estranho
      Mas não tenho culpa de gostar
      É de gatas, é de gatas que eu gosto
      É de gatas, é de gatas, sim senhor
      É de gatas, é de gatas que eu gosto
      Se não acreditam perguntem ao meu amor
      É de gatas, é de gatas que eu gosto
      É de gatas, é de gatas, sim senhor
      É de gatas, é de gatas que eu gosto
      Se não acreditam perguntem ao meu amor
      Às vezes fico arranhada
      Mas eu não me importo não Meu amor até brinca comigo”

      E isto passa em toda a festa de aldeia ou festival pt, crianças pelo menos no meu tempo incentivadas a cantar a alto e bom som.
      Entre a nossa cultura e a cultura Americana nem tiveram hipóteses, pobres coitados.

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