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    11 commenti

    1. Separate_Mango7485 on

      Nada de novo. Esta é uma das razões principais para não existir vontade política de criar medidas que baixem os valores das casas.

    2. UnethicalJob on

      Diria que não é propriamente surprendente. É dos poucos impostos que são a nível municipal.

      Tirando isso é só uma percentagem pequena no IRC e no IRS. Só mesmo no IMT e IMI é que levam o bolo todo.

    3. lamprey_rice on

      Percebem agora porque é que também o PS+1 não faz qualquer reforma no sistema?

      Os caciques e as bases locais ficavam mal na foto na gestão da autarquia e consequentes favores legais que SEMPRE proporcionam aos seus pares , militantes e patos bravos locais!

      E nem vamos falar das muitas penthouses que muitos deles conseguiram a preços “Teixeira Duarte” só para amigos que adjudicam obras ou facilitam negócios!

    4. hapad53774 on

      O Estado não é “amigo” nem tem o mínimo interesse que o preço das casas desça.

      Prefere que a população se endivide até às orelhas por palheiros do que construir menos umas rotundas com estátuas do chefe dos bombeiros.

    5. ForsakeNtw on

      A outra metade deve ser os parquímetros/parques de estacionamento.

    6. Re-Criativo on

      Sinceramente, tendo em conta que o IMT e o IMI são OS impostos muicipais, até pensei que a percentagem fosse maior…

    7. Master_Bayters on

      Leio este título “with a grain of salt”. A palavra aqui é receita “Fiscal”.

      Há municípios, principalmente os pequenos e que correspondem ao grosso dos municípios portugueses, cuja a componente de receita fiscal é muito diminuta em relação ao valor geral do orçamento, sendo que o IMT e o IMI e o IUC são das maiores fontes de receita “Fiscal”. Em alguns casos nem chega a 10%. Não deixem que este título vos dê a impressão que os municípios **TODOS** estão a viver à custa do imobiliário. Subiu de facto, mas não é assim tão relevante para alguns pequenos municípios comparado às transferências diretas do estado. Só olhando para a pretação de contas é que dá para perceber a % relativa ao orçamento geral. Já nos grandes municípos, a receita fiscal tem um peso muito maior.

      Um exemplo rápido dos relatóriose Prestação de Contas de 2024 de duas realidades:

      Lisboa tem uma receita corrente de 925 001 257€ das quais a receita fiscal é de 554 130 768€ **59%**

      Figueiró dos Vinhos <3 tem uma receita corrente de 8 610 263€ e uma receita fiscal de 944 791€ **10,9%**

    8. Ora finalmente se começa a falar nas razões sérias da habitação estar como está.

      E parem de falar de habitação social como se fosse resolver os preços das casas. Uma coisa nada tem a ver com a outra.

    9. Icy_Writing_6404 on

      E o problema maior é que as câmaras só gastam dinheiro em inutilidades.

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