Nada de novo. Esta é uma das razões principais para não existir vontade política de criar medidas que baixem os valores das casas.
UnethicalJob on
Diria que não é propriamente surprendente. É dos poucos impostos que são a nível municipal.
Tirando isso é só uma percentagem pequena no IRC e no IRS. Só mesmo no IMT e IMI é que levam o bolo todo.
lamprey_rice on
Percebem agora porque é que também o PS+1 não faz qualquer reforma no sistema?
Os caciques e as bases locais ficavam mal na foto na gestão da autarquia e consequentes favores legais que SEMPRE proporcionam aos seus pares , militantes e patos bravos locais!
E nem vamos falar das muitas penthouses que muitos deles conseguiram a preços “Teixeira Duarte” só para amigos que adjudicam obras ou facilitam negócios!
hapad53774 on
O Estado não é “amigo” nem tem o mínimo interesse que o preço das casas desça.
Prefere que a população se endivide até às orelhas por palheiros do que construir menos umas rotundas com estátuas do chefe dos bombeiros.
ForsakeNtw on
A outra metade deve ser os parquímetros/parques de estacionamento.
Re-Criativo on
Sinceramente, tendo em conta que o IMT e o IMI são OS impostos muicipais, até pensei que a percentagem fosse maior…
Master_Bayters on
Leio este título “with a grain of salt”. A palavra aqui é receita “Fiscal”.
Há municípios, principalmente os pequenos e que correspondem ao grosso dos municípios portugueses, cuja a componente de receita fiscal é muito diminuta em relação ao valor geral do orçamento, sendo que o IMT e o IMI e o IUC são das maiores fontes de receita “Fiscal”. Em alguns casos nem chega a 10%. Não deixem que este título vos dê a impressão que os municípios **TODOS** estão a viver à custa do imobiliário. Subiu de facto, mas não é assim tão relevante para alguns pequenos municípios comparado às transferências diretas do estado. Só olhando para a pretação de contas é que dá para perceber a % relativa ao orçamento geral. Já nos grandes municípos, a receita fiscal tem um peso muito maior.
Um exemplo rápido dos relatóriose Prestação de Contas de 2024 de duas realidades:
Lisboa tem uma receita corrente de 925 001 257€ das quais a receita fiscal é de 554 130 768€ **59%**
Figueiró dos Vinhos <3 tem uma receita corrente de 8 610 263€ e uma receita fiscal de 944 791€ **10,9%**
davser on
Ora finalmente se começa a falar nas razões sérias da habitação estar como está.
E parem de falar de habitação social como se fosse resolver os preços das casas. Uma coisa nada tem a ver com a outra.
Icy_Writing_6404 on
E o problema maior é que as câmaras só gastam dinheiro em inutilidades.
11 commenti
A economia está dependente do imobiliário
Nada de novo. Esta é uma das razões principais para não existir vontade política de criar medidas que baixem os valores das casas.
Diria que não é propriamente surprendente. É dos poucos impostos que são a nível municipal.
Tirando isso é só uma percentagem pequena no IRC e no IRS. Só mesmo no IMT e IMI é que levam o bolo todo.
Percebem agora porque é que também o PS+1 não faz qualquer reforma no sistema?
Os caciques e as bases locais ficavam mal na foto na gestão da autarquia e consequentes favores legais que SEMPRE proporcionam aos seus pares , militantes e patos bravos locais!
E nem vamos falar das muitas penthouses que muitos deles conseguiram a preços “Teixeira Duarte” só para amigos que adjudicam obras ou facilitam negócios!
O Estado não é “amigo” nem tem o mínimo interesse que o preço das casas desça.
Prefere que a população se endivide até às orelhas por palheiros do que construir menos umas rotundas com estátuas do chefe dos bombeiros.
A outra metade deve ser os parquímetros/parques de estacionamento.
Sinceramente, tendo em conta que o IMT e o IMI são OS impostos muicipais, até pensei que a percentagem fosse maior…
Leio este título “with a grain of salt”. A palavra aqui é receita “Fiscal”.
Há municípios, principalmente os pequenos e que correspondem ao grosso dos municípios portugueses, cuja a componente de receita fiscal é muito diminuta em relação ao valor geral do orçamento, sendo que o IMT e o IMI e o IUC são das maiores fontes de receita “Fiscal”. Em alguns casos nem chega a 10%. Não deixem que este título vos dê a impressão que os municípios **TODOS** estão a viver à custa do imobiliário. Subiu de facto, mas não é assim tão relevante para alguns pequenos municípios comparado às transferências diretas do estado. Só olhando para a pretação de contas é que dá para perceber a % relativa ao orçamento geral. Já nos grandes municípos, a receita fiscal tem um peso muito maior.
Um exemplo rápido dos relatóriose Prestação de Contas de 2024 de duas realidades:
Lisboa tem uma receita corrente de 925 001 257€ das quais a receita fiscal é de 554 130 768€ **59%**
Figueiró dos Vinhos <3 tem uma receita corrente de 8 610 263€ e uma receita fiscal de 944 791€ **10,9%**
Ora finalmente se começa a falar nas razões sérias da habitação estar como está.
E parem de falar de habitação social como se fosse resolver os preços das casas. Uma coisa nada tem a ver com a outra.
E o problema maior é que as câmaras só gastam dinheiro em inutilidades.
Imobiliário e turismo, nada de novo no país.