Os estudantes do Ensino Superior devem mais de 36 milhões de euros em propinas às universidades e politécnicos.
Nos últimos três anos, as Finanças receberam quase quatro mil pedidos das instituições públicas para avançarem com cobranças coercivas.
O ISCTE, em Lisboa, tem mais de 15 milhões de euros em atraso. Na Universidade do Minho são mais de sete milhões.
Icy-Trouble-548 on
As coisas q deviam mandar a AT ir atrás, não mandam. As coisas q n deviam mandar (Brisa e quejandos) já mandam…
-LoboMau on
As propinas são quase totalmente subsidiadas, visto que custam cerca de 20k ao Estado e os estudantes pagam menos de 3k. Isto sem sequer contar com os muitos que recebem bolsas (cerca de 20%) e não pagam nada.
Quase todos – e isto vai incomodar muita gente aqui – parecem ter dinheiro para sair à noite, festivais e afins. Poderá de facto haver pessoas que são apenas umas pobres coitadinhas sem oportunidades na vida e realmente não conseguem pagar, mas já conheci mesmo muita gente que de pobre não tem nada, e que de diversão nenhuma se privava (inclusive viagens), e ainda assim entraram em incumprimento.
Eu sou da opinião de que, se não tem dinheiro para estudar, mesmo com as ajudas que já recebe, vai trabalhar, e logo estuda quando puder. Ou não estuda, de todo. A sociedade nem sequer sobreviveria se todos fossem para a universidade. Agora, não me venham tentar vitimizar os estudantes porque eu já vivi o suficiente para aprender que não precisam de ser vítimas nenhumas para não pagarem o que devem.
E tendo em conta que uma boa parte baza com o investimento que recebe e leva-o para o Luxemburgo ou para a puta que o pariu, acho que que a comparticipação do Estado devia de ser altamente condicional, tal como tudo o resto é altamente condicional. Especialmente levando em conta que universidade não é uma necessidade básica. Ninguém precisa, OBRIGATORIAMENTE, de ir para uma universidade. É opcional e deve ser tratado como tal.
MisterBilau on
NÃO PAGO
josefinoz on
A prescrição desta divida são 8 anos, com a velocidade a que as finanças trabalham boa sorte com isto.
5 commenti
Os estudantes do Ensino Superior devem mais de 36 milhões de euros em propinas às universidades e politécnicos.
Nos últimos três anos, as Finanças receberam quase quatro mil pedidos das instituições públicas para avançarem com cobranças coercivas.
O ISCTE, em Lisboa, tem mais de 15 milhões de euros em atraso. Na Universidade do Minho são mais de sete milhões.
As coisas q deviam mandar a AT ir atrás, não mandam. As coisas q n deviam mandar (Brisa e quejandos) já mandam…
As propinas são quase totalmente subsidiadas, visto que custam cerca de 20k ao Estado e os estudantes pagam menos de 3k. Isto sem sequer contar com os muitos que recebem bolsas (cerca de 20%) e não pagam nada.
Quase todos – e isto vai incomodar muita gente aqui – parecem ter dinheiro para sair à noite, festivais e afins. Poderá de facto haver pessoas que são apenas umas pobres coitadinhas sem oportunidades na vida e realmente não conseguem pagar, mas já conheci mesmo muita gente que de pobre não tem nada, e que de diversão nenhuma se privava (inclusive viagens), e ainda assim entraram em incumprimento.
Eu sou da opinião de que, se não tem dinheiro para estudar, mesmo com as ajudas que já recebe, vai trabalhar, e logo estuda quando puder. Ou não estuda, de todo. A sociedade nem sequer sobreviveria se todos fossem para a universidade. Agora, não me venham tentar vitimizar os estudantes porque eu já vivi o suficiente para aprender que não precisam de ser vítimas nenhumas para não pagarem o que devem.
E tendo em conta que uma boa parte baza com o investimento que recebe e leva-o para o Luxemburgo ou para a puta que o pariu, acho que que a comparticipação do Estado devia de ser altamente condicional, tal como tudo o resto é altamente condicional. Especialmente levando em conta que universidade não é uma necessidade básica. Ninguém precisa, OBRIGATORIAMENTE, de ir para uma universidade. É opcional e deve ser tratado como tal.
NÃO PAGO
A prescrição desta divida são 8 anos, com a velocidade a que as finanças trabalham boa sorte com isto.