Negli ultimi anni è aumentato il numero dei genitori aggrediti dai propri figli, 2.800 hanno chiesto aiuto all’APAV

    https://sapo.pt/artigo/numero-de-pais-agredidos-pelos-filhos-aumentou-nos-ultimos-anos-2-800-pediram-ajuda-a-apav-68f5d68be765e8baf2c51f92

    di Castro_Laboreiro

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    9 commenti

    1. EfficientInsecto on

      videojogos e redes sociais levam a alienação emocional.

    2. Grande novidade.

      Se se preocupassem com o número de professores e assistentes agredidos (verbal e fisicamente – directamente no recinto escolar e indirectamente fora [fica sempre fora dos estudos]) percebiam que existe um problema geracional.

      Muitas das vezes são os próprios ascendentes a participar das agressões. Depois queixam-se … (temo que as lamúrias subiram de tom porque foi uma política a vítima).

    3. Mau… Então não eram os imigrantes que agrediam toda a gente ? 

      Ou são os filhos imigrantes que agridem os pais imigrantes porque os trouxeram para Portugal ?

      Qualquer dia ainda dizem que a maior parte da violência na sociedade é dentro da família e há aí umas criaturas que ficam sem discurso…

    4. Everleta on

      * Disclaimer, não tenho filhos.*

      Vejo muitos amigos, que são pais que parece sofrerem do síndrome *querer ser o melhor pai/mãe do mundo*, então invés de serem pais, são os melhores amigos dos filhos!

      Literalmente, não conseguem criar e manter rituais e regras… Já vi situações em que os filhos deles lhes batem (não a brincar) e eles ou nem reagem ou até se riem…

      Ser pai/mãe é acima de tudo, ser uma entidade reguladora, que permite ao indivíduo crescer, aprender e gerir o seu corpo, o seu quotidiano, as suas relações interpessoais. Educação é dar amor, cuidar com carinho e paciência e dar limites.
      Os melhores amigos, eles podem arranjar muitos ao longo da vida, pais só há aquele casal.

      Se o adulto permite tudo, se não há respeito pelos mais velhos, se não existem regras…. Existe uma falta de limites que vai ter consequências nefastas na vida desta pessoa em construção.

      Não estamos a preparar o indivíduo para a vida. Estamos a proporcionar-lhe uma vida fácil, numa espécie de redoma, que não vai existir para sempre. Spoiler: a vida tem momentos chatos, aborrecidos, irritantes, frustrantes.
      Saber lidar emocionalmente com a frustração de não ter o brinquedo que queremos é muito importante. Saber dizer não, é crucial. Saber dar ao filho autonomia, dentro do que é suposto para a sua idade, é também incrivelmente importante.

      Assiti a uma cena há uns tempos: uma menina que tinha 7 meses e a mãe deu-lhe banho, depois de a secar colocou-lhe 3 babygrows de cores diferentes à frente dela e pedia-lhe para escolher qual deles ela queria. * A mãe queria que a filha escolhesse o seu babygrow! *
      Claro que a menina não percebia o que era suposto ela escolher…claro que depois ela escolhia e depois não queria o que tinha escolhido e fazia birra. A menina tinha 7 meses…!!!! Naquele caso não há escolha, é o babygrow que a mãe agarrar e pronto.
      Não é suposto fazer tudo à vontade da bebé sem a noção do seu estadio de desenvolvimento.
      Os primeiros anos de vida não servem para as crianças escolherem o que querem ou não vestir.
      A partir dos 7/10 anos, é completamente diferente…

      Tenho por outro lado, o exemplo de uma amiga (formada em psicologia) que tem um filho de 4 anos. O menino é incrível. Extremamente educado, brinca sem gritar, come, dorme às horas estipuladas, tem regras e tem de as cumprir sempre (haja visitas em casa ou não).

      Não existem brinquedos espalhados pela casa. Para a sala ele só pode trazer um brinquedo de cada vez, para brincar naquele espaço e depois arruma-o.
      No quarto dele tem os brinquedos dele arrumados e quando termina, volta a colocar no mesmo lugar. Ele faz isto já em piloto automático. Ele tem tudo organizado nas caixas e prateleiras e isto, organiza-o internamente também….Porque ele sabe onde estão as coisas, sabe onde as procurar.

      Outro bom exemplo é a televisão. Naquela casa, só há uma televisão com os tipicos 4 canais. Não há desenhos animados on demand. Há horários.
      Há horários para se ver desenhos animados. Mas quando o adulto quer ver o seu programa de televisão, o adulto tem precedência. O telejornal etc, é o programa que o adulto quer ver e a criança tem de aturar aquilo, se quiser ver também.

      Depois toda a gente lhe pergunta como é que ele sabe vocabulário como: “película aderente”, e a resposta é: o menino está exposto a vocabulário que outras crianças habitualmente não estão. Depois ele ouve uma palavra adulta que não conhece e pergunta o que quer dizer.
      O que vejo habitualmente é as crianças determinarem o que elas querem ver e o adulto sujeita-se ao desenho animado escolhido, como se a casa não fosse a sua, como se ele ali fosse um mero servo da vontade da criança.
      -> Relembro que é a criança que tem de ser educada!! Compreender as hierarquias.
      Não é “bater no pai que é muito engraçado”, mas que um dia deixa mesmo de ter piada!!

      Portanto sim, nada nesta noticia me espanta e aos pais que querem ser os melhores amigos dos seus filhos: desculpem lá, esse não é o vosso papel.
      Não se trata aqui de dificultar a vida aos filhos, ou fazer-lhes a vida num inferno. Mas dar tudo e fazer tudo por eles é a PIOR coisa que se pode fazer. Rituais são rituais. Regras são regras. Educação e respeito para com os mais velhos é educação elementar.
      Os filhos vão por seu turno, procurar sempre esticar os limites, é normal isso acontecer. Mas os pais não podem ceder só porque o filho a seguir faz birrinha…
      Não é não. Eu também quero um Ferrari!!!

      /rant

    5. Cortem os Discords e Telegrams aos putos e vão ver que o número de agressões desce.

    6. Os pais querem ser amigos, não querem ter autoridade e a autoridade foi-se retirada com a tanga de que não se pode bater. Depois querem estar nas redes sociais e desde muito novos metem um telemóvel frente aos filhos, não lhes educam a saber o que é rejeição e a levar um não. É tudo na hora.

      Os pais têm que saber meter os filhos no seu lugar e manter a distancia dos mesmos para garantir a autoridade, os pais não são amiguinhos, são quem faz as regras e que as mesmas sejam cumpridas, custe o que custar. Quando as regras são violadas, tem que haver consequências e não coitadinhos. E obviamente os pais também têm de dar o exemplo.

    7. Y0s3m1t3Sam on

      O respeito e a educação pelos pais, professores, autoridade etc é coisa do passado, infelizmente.

    8. Fast_Limit612 on

      “Cynthia Silva, criminóloga na APAV, apontou que este aumento “pode significar que há mais vítimas a procurarem o apoio da APAV””

      Não façamos uma tempestade num copo de água que agressões sempre houve.

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