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    4 commenti

    1. A realidade é que na grande maioria das democracias europeias, os sindicatos têm um papel maior que em Portugal.

      Se alguém acha que estas medidas do governo os vai prejudicar, estejam sindicalizados ou não, agora é o momento para pressionar, negociar e usar o seu poder político. Não vai ser depois de as medidas estarem aprovadas que se vão agendar greves.

    2. phillius_phallus on

      Há certas disposições na lei que não concordo. Contudo, obviamente que é preciso haver uma reforma a todos os níveis do Estado. Os problemas salariais resolvem-se aumentando a competitividade, o investimento direto estrangeiro e a criação de empresas portuguesas **grandes** e com **grande capital**.

      Portanto, a meu ver, os sindicatos têm todo o direito, e alguma razão, em não gostar desta lei. Por outro lado, não contribuem para a discussão de reformas que poderiam ser tomadas para reverter a situação de pobreza geral em que o país se encontra.

      Já estou um bocado farto de estarmos sempre contra tudo. Se é reformista é mau porque as reformas são más. Se não é reformista é mau porque não quer mudar nada. Se dá subsídios aos trabalhadores é mau porque não resolve os problemas sistémicos. Se dá borlas fiscais às empresas é mau porque não vai aumentar salários.

      Enfim… arroz. Sempre arroz.

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